Trabalho de Conclusão de Curso – Licenciatura em Pedagogia – TCC

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Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Licenciatura em Pedagogia Unopar Anhanguera


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Licenciatura em Pedagogia
APRESENTAÇÃO
Caro(a) acadê mico(a) dê Pêdagogia,
Você êsta diantê dê um dos momêntos mais significativos da sua jornada acadê mica. Muito
alê m dê uma êxigê ncia para a obtênça o do grau dê licênciado, o Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC) ê o sêu manifêsto dê êntrada na vida profissional. É o êspaço ondê a têoria quê
você êstudou êncontra a rêalidadê das salas dê aula dê Éducaça o Infantil ê dos Anos Iniciais
do Énsino Fundamêntal.
A importa ncia dêstê TCC êsta ancorada na Resolução CNE/CP Nº 4/2024, quê êstabêlêcê
as novas Dirêtrizês Curricularês Nacionais para a formaça o dê docêntês. Ésta normativa
êxigê quê o futuro pêdagogo na o sêja apênas um instrutor, mas um intelectual da educação
capaz dê rêalizar uma “pra tica rêflêxiva”. Pêsquisar, no contêxto da Pêdagogia, ê um ato dê
cuidado: invêstigamos para êntêndêr como a criança aprêndê, como os contêu dos podêm
sêr dêmocratizados ê como a êscola podê sê tornar um êspaço dê êquidadê social.
Éstê Manual na o ê apênas um conjunto dê normas tê cnicas ou uma lista dê sêço ês
obrigato rias. Élê foi dêsênhado para sêr um mapa de navegação didático. Sua funça o ê
dêsmistificar a êscrita ciêntí fica ê transformar o rigor mêtodolo gico êm um pêrcurso fluido
ê comprêênsí vêl. Ao sêguir as oriêntaço ês aqui contidas, você garantê quê sua pêsquisa
tênha:
• Rigor Ético e Científico: Fundamêntando suas idêias êm autorês validados ê na
lêgislaça o vigêntê (DCN 2024, BNCC).
• Segurança Metodológica: Sabêndo êxatamêntê o quê êscrêvêr êm cada uma das 11
sêço ês êstruturais, do Têma a s Rêfêrê ncias.
• Identidade Profissional: Dêsênvolvêndo a capacidadê dê idêntificar problêmas
rêais da êscola ê propor soluço ês basêadas êm êvidê ncias pêdago gicas.
O TCC ê a prova dê quê você êsta pronto(a) para mêdiar o conhêcimênto ê transformar a
rêalidadê êducacional brasilêira. Usê êstê manual como um mêntor quê o(a) conduzira da
inquiêtaça o inicial atê a êntrêga final com êxcêlê ncia.
Sêja bêm-vindo(a) a pêsquisa pêdago gica. Sua voz como êducador(a) comêça a sêr êscrita
aqui.
Sumário
1. CARACTERIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO …………….. 4
TEMA ……………………………………………………………………………………………. 7
JUSTIFICATIVA ……………………………………………………………………………… 10
PARTICIPANTES ……………………………………………………………………………. 11
OBJETIVOS …………………………………………………………………………………… 12
PROBLEMATIZAÇÃO………………………………………………………………………. 14
REFERENCIAL TEÓRICO …………………………………………………………………. 16
METODOLOGIA …………………………………………………………………………….. 18
CRONOGRAMA DO PROJETO……………………………………………………………. 22
RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS …………………………………………………. 24
AVALIAÇÃO…………………………………………………………………………………… 25
ORIENTAÇÕES GERAIS……………………………………………………………………. 29
DICAS DE OURO ……………………………………………………………………………….. 30
REFERÊNCIAS ………………………………………………………………………………….. 31
1. CARACTERIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Na pêrspêctiva dê Vasconcêllos (2002, p. 97), um Trabalho dê Conclusa o dê Curso
transcêndê a noça o dê um mêro “plano”, possuindo um “significado mais vivo,
dina mico ê potêncialmêntê mobilizador”. Trata-sê, sêgundo o autor, dê um concêito
quê rêmêtê a um “procêsso dê rêflêxa o, dê construça o das rêprêsêntaço ês ê da
colocaça o êm pra tica”, o quê êvidência a sua rêlaça o dirêta com a atuaça o docêntê.
A qualidadê dê um Trabalho dê Conclusa o dê Curso, caractêrí stica quê lêva a sua
êfêtividadê, êsta atrêlada a sua articulaça o “a rêalidadê dos êducandos, a êssê ncia
significativa da a rêa do sabêr, aos outros êducadorês (trabalho intêrdisciplinar) ê a
rêalidadê social mais gêral” (VASCONCÉLLOS, 2002, p. 103). Dêssa forma, êlaborar
um Trabalho dê Conclusa o dê Curso vai muito alê m da mêra sêlêça o dê contêu dos ê
rêdaça o dê planos dê aula; a êlaboraça o dê um Trabalho dê Conclusa o dê Curso
ênvolvê todo um procêsso dê construça o do conhêcimênto, pautado êm uma sê riê
dê varia vêis para as quais sê dêvê atêntar, sintêtizadas, conformê Vasconcêllos
(2002), êm trê s dimênso ês:
Ém sí ntêsê, por mêio da organizaça o dê um Trabalho dê Conclusa o dê Curso, buscasê (i) comprêêndêr um dêtêrminado contêxto dê atuaça o pêdago gica (comunidadê,
êscola, alunos); (ii) dêlimitar o alcancê das aço ês prêvistas êm sua êxêcuça o
(objêtivos, mêtas, rêsultados êspêrados); ê (iii) dêfinir os procêdimêntos
nêcêssa rios ê adêquados ao sêu dêsênvolvimênto (mêtodologias, rêcursos).
A partir dêssas prêmissas, para a êlaboraça o dê sêu Projêto, o acadê mico dêvê
considêrar os sêguintês êlêmêntos:
• Têma;
• Justificativa;
• Participantês;
• Objêtivos;
• Problêmatizaça o;
• Rêfêrêncial Têo rico;
• Mêtodologia;
• Cronograma;
• Rêcursos;
• Avaliaça o; ê
• Rêfêrê ncias.
O primêiro passo para a construça o do TCC ê a lêitura dos sêguintês têxtos,
dêstacados a sêguir.
BRASIL. CONSÉLHO NACIONAL DÉ ÉDUCAÇA O. RESOLUÇÃO
CNE/CP Nº 4, DE 29 DE MAIO DE 2024. Dispo ê sobrê as
Dirêtrizês Curricularês Nacionais para a Formaça o Inicial êm Ní vêl
Supêrior dê Profissionais do Magistê rio da Éducaça o Éscolar
Ba sica (cursos dê licênciatura, cursos dê formaça o pêdago gica
para graduados na o licênciados ê cursos dê sêgunda licênciatura).
BRASIL. Ministê rio da Éducaça o. Base Nacional Comum
Curricular. Brasí lia: MÉC, 2018. Disponí vêl êm:
BNCC_complêta.pdf – Googlê Drivê
MORAÉS, Silvia Élizabêth. Intêrdisciplinaridadê ê transvêrsalidadê
mêdiantê projêtos têma ticos. R. bras. Est. pedag., Brasí lia, v. 86, n.
213/214, p. 38-54, maio/dêz. 2005. Disponí vêl êm:
Intêrdisciplinaridadê ê transvêrsalidadê mêdiantê projêtos
têma ticos.
KÉNSKI, Vani Morêira. Novos procêssos dê intêraça o ê comunicaça o
no ênsino mêdiado pêlas têcnologias. Cadernos de Pedagogia
Universitária, Sa o Paulo, p. 7- 22, nov. 2008. Disponí vêl êm:
vani_kênski_cadêrno_7.pdf
A lêitura dêssês matêriais lhê fornêcêra uma basê so lida a partir da qual você podêra
comprêêndêr sua aça o docêntê ê com isso, construir sêu Trabalho dê Conclusa o dê
Curso, rêflêtindo tanto sobrê a sua formaça o acadê mica, quanto a sua atuaça o
docêntê.
TEMA
Um têma, sêgundo Marconi ê Lakatos (2003, p. 44), ê um “assunto quê sê dêsêja
provar ou dêsênvolvêr” ou, ainda, êm êxprêssa o êvocada pêlas autoras, “uma
dificuldadê ainda sêm soluça o”. A êscolha dê um têma êsta balizada, frêquêntêmêntê,
por fatorês intêrnos (afinidadê pêssoal, compatibilidadê com a a rêa) ou êxtêrnos
(têmpo, acêsso a matêriais, êtc.) (MARCONI; LAKATOS, 2003).
O têma do Trabalho dê Conclusa o dê Curso dêvê sêr dirêcionado para o ênsino na
Éducaça o Ba sica, dê acordo com as êspêcificidadês do rêspêctivo Curso dê
Licênciatura, contêmplando quêsto ês quê pêrpassam o procêsso dê ênsino ê
aprêndizagêm. Dêvê sêr uma proposta dê êducaça o quê prêtêndê uma
aprêndizagêm mais ativa ê participativa dos alunos.
É importantê quê o Trabalho dê Conclusa o dê Curso sê êfêtivê como um instrumênto
para a construça o dê novos conhêcimêntos, no intuito dê formar indiví duos com
uma visa o mais global da rêalidadê.
O ênfoquê dêvêra aprêsêntar coêrê ncia com a habilitaça o quê o sêu curso
proporciona, têndo como rêfêrê ncia os êstudos rêalizados no sêu pêrcurso.
Ao sêlêcionar o têma, ê importantê atêntar para quêsto ês como:
Relevância da ideia
• A idêia têm importa ncia para o ênsino?
• Ésta dirêcionada para o ênsino ê a aprêndizagêm na Éducaça o Ba sica dê
acordo com o sêgmênto dê atuaça o para o qual o curso habilita?
• Contêmpla a docê ncia ê a pêsquisa?
• Ésta rêlacionada a s têma ticas abordadas no curso?
• Contribui para o sêu crêscimênto profissional?
Viabilidade da ideia
• É possí vêl dê sêr êxêcutada na êducaça o ba sica dê acordo com o sêgmênto dê
atuaça o para o qual o curso habilita?
• O problêma dê pêsquisa êsta bêm dêfinido?
• Éxistêm bibliografia ê outros matêriais dê fa cil acêsso para a êscrita do
Projêto?
Os pontos acima, sê bêm rêflêtidos, ira o dirêcionar a êlaboraça o do sêu projêto. Sabê
por quê ? Muitas vêzês, têmos uma idêia intêrêssantê, mas na o ê possí vêl dê sêr
êstudada na Éducaça o Ba sica, dêvido a complêxidadê da têma tica. Podê atê sêr quê,
êm alguns casos, consigamos dêsênvolvêr êm sala dê aula, mas na o êncontramos
matêriais nêcêssa rios para a lêitura sobrê o assunto, ê o projêto carêcê dê
fundamêntaça o têo rica, com limitês na o bêm dêlinêados, muitas vêzês confusos, atê
mêsmo para o pro prio profêssor. Por isso, ha a nêcêssidadê dê lêvar êm considêraça o
êssas obsêrvaço ês no dêsênvolvimênto dê sêu Trabalho dê Conclusa o dê Curso.
Para ajuda -lo na dêlimitaça o do têma, a sêguir, você têm a sua disposiça o as
têma ticas vinculadas a a rêa do sêu curso. Os têmas sugêridos contêmplam difêrêntês
habilitaço ês ofêrtadas pêlos Cursos dê Licênciatura. Portanto, para a êscolha do
têma, considêrê o sêu intêrêssê ê, êspêcialmêntê, as êspêcificidadês da habilitaça o
cursada por você .
A Brinquedoteca como espaço lúdico de ensino e aprendizagem.
O papel dos jogos no processo de ensino da matemática.
A rotina na Educação Infantil.
Estratégias de Alfabetização e Letramento para os anos iniciais do Ensino
Fundamental.
A psicomotricidade na Educação Infantil.
A construção de projetos interdisciplinares nos anos iniciais do ensino
fundamental.
Organização do planejamento docente a partir dos direitos de
aprendizagem da BNCC.
Os campos de experiência da BNCC e a organização das práticas pedagógicas
na educação infantil.
Atividades pedagógicas adaptadas para alunos público-alvo da educação
especial.
Processo de alfabetização de Jovens e Adultos.
Estratégias pedagógicas a partir do uso das tecnologias digital.
A organização da gestão democrática e participativa.
O papel do pedagogo na construção do Projeto Político Pedagógico.
Relação Família e Escola.
Mediação de conflitos no ambiente escolar.
Orientação Educacional.
Ação do pedagogo e as competências socioemocionais da BNCC.
A importância dos projetos culturais em Organizações não
Governamentais (ONGs).
Assim, a partir da sêlêça o do êixo têma tico, conformê sugêsto ês êlêncadas no
êsquêma antêrior, o sêu ponto dê partida dêvêra sêr a dêfiniça o dê um objêto dê
conhêcimênto, isto ê , um aspêcto mais êspêcí fico dêntro do êixo nortêador êscolhido
por você .
Por êxêmplo: sê sua opça o for pêlo êixo têma tico “pra ticas dê lêitura êm Lí ngua
Portuguêsa”, um objêto dê ênsino podêra sêr a “lêitura nos mêios digitais”; sê sua
êscolha for pêlas “pra ticas dê oralidadê êm Lí ngua Portuguêsa”, um objêto podêra
sêr a “variaça o linguí stica”, ê assim por diantê.
Na sêquê ncia, você dêvêra pênsar na abordagêm mêtodolo gica dêssê contêu do, quê
dêvêra sêr êspêcificado no itêm 2.7.
Ésta partê do Projêto dêvêra contêr, no mí nimo, uma (1) ê, no ma ximo, duas (2)
laudas.
JUSTIFICATIVA
A Justificativa ê o coraça o argumêntativo do sêu TCC. É nêsta pa gina quê você dêvê
rêspondêr a pêrgunta fundamêntal: “Por que este estudo é importante para a
Pedagogia hoje?”. Na o sê trata apênas dê êxplicar por quê você êscolhêu o têma,
mas dê provar quê a sua invêstigaça o traz uma contribuiça o rêal para a a rêa da
êducaça o.
Dê acordo com a Resolução CNE/CP Nº 4/2024, a formaça o dê profêssorês dêvê
êstar compromêtida com a êquidadê ê a qualidadê social. Portanto, a sua justificativa
dêvê sêr construí da sobrê trê s pilarês fundamêntais:
1. Relevância Social: Como o sêu têma impacta a vida dos alunos na Éducaça o
Infantil ou nos Anos Iniciais? Discorra sobrê como a sua pêsquisa podê ajudar
a supêrar dêsigualdadês, promovêr a inclusa o ou mêlhorar os procêssos dê
alfabêtizaça o ê lêtramênto. O pêdagogo ê um agêntê dê transformaça o social,
ê o sêu TCC dêvê rêflêtir êssê compromisso.
2. Relevância Acadêmica/Científica: O quê a ciê ncia ja diz sobrê isso ê ondê o
sêu trabalho sê êncaixa? Um profêssor quê pêsquisa ê um profêssor quê
fundamênta as suas dêciso ês êm êvidê ncias, ê na o êm mêros “achismos”.
3. Relevância Profissional: Como êstê trabalho contribui para a sua
idêntidadê como futuro(a) pêdagogo(a)? A DCN 2024 valoriza o domí nio dos
contêu dos ê das mêtodologias. Justifiquê como êstê êstudo aprofunda o sêu
conhêcimênto sobrê a rêgê ncia dê classê, a gêsta o êscolar ou a mêdiaça o da
aprêndizagêm.
Dica pedagógica de escrita: Ao rêdigir êsta lauda, êvitê frasês gênê ricas. Ém vêz dê
dizêr “êstê têma ê importantê para todos”, diga “êstê têma ê crucial no contêxto atual
da BNCC porquê pêrmitê comprêêndêr como as compêtê ncias socioêmocionais
influênciam o ambiêntê êscolar”. Conêctê a sua inquiêtaça o pêssoal com os dêsafios
rêais das êscolas pu blicas ê privadas.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, uma (1) ê, no ma ximo, duas (2) laudas
PARTICIPANTES
Dê acordo com a Resolução CNE/CP Nº 4/2024, o pêdagogo dêvê êstar apto a atuar
êm contêxtos dê divêrsidadê. Partindo disso, nêsta sêça o, você dêvê dêtalhar:
• O Cenário: Dêscrêva a instituiça o (êscola pu blica, privada, ONG,
brinquêdotêca). Na o ê nêcêssa rio citar o nomê rêal por quêsto ês ê ticas, mas
caractêrizê a êstrutura ê a comunidadê.
• Os Participantes: Quêm sa o os sujêitos? Sê forêm crianças, êspêcifiquê a
faixa êta ria ê a êtapa (Éducaça o Infantil ou Anos Iniciais). Sê forêm
profêssorês ou gêstorês, dêscrêva o pêrfil profissional.
• Critérios de Inclusão: Por quê êssês sujêitos foram êscolhidos? Como êlês
ajudam a rêspondêr ao sêu problêma dê pêsquisa?
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no ma ximo, mêia (0,5) lauda.
OBJETIVOS
Toda pêsquisa dêvê têr um objêtivo dêtêrminado para sabêr o quê sê vai procurar ê
o quê sê prêtêndê alcançar, possibilitando o aumênto dos conhêcimêntos sobrê
dêtêrminado assunto (MARCONI; LAKATOS, 2003, p. 156).
Os objêtivos do TCC sa o as promêssas quê você faz ao lêitor. Élês dêfinêm êxatamêntê
o quê você prêtêndê alcançar ê como prêtêndê dêsvêlar o sêu objêto dê êstudo.
Conformê a Resolução CNE/CP Nº 4/2024, o docêntê dêvê atuar com
intêncionalidadê, planêando cada passo do procêsso dê ênsino-aprêndizagêm. No
TCC, na o ê difêrêntê.
1. O OBJETIVO GERAL
O objêtivo gêral dêvê dar uma visa o global ê abrangêntê sobrê o quê o trabalho
prêtêndê êntrêgar ao final. Élê êsta dirêtamêntê ligado ao sêu têma ê a sua
problêmatizaça o. Indica o quê sê prêtêndê alcançar dê forma ampla ê êsta
rêlacionado a quêsta o principal do projêto.
• Dica: Dêvê comêçar com um vêrbo abrangêntê no infinitivo (êx: Analisar,
Comprêêndêr, Propor).
• Exemplo: “Analisar a importa ncia do lu dico no procêsso dê alfabêtizaça o dê
crianças no 1º ano do Énsino Fundamêntal.”
2. OS OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Sa o as êtapas mênorês quê, somadas, pêrmitêm alcançar o objêtivo gêral. Você
dêvêra êlaborar dê três objetivos específicos:
1. Primeiro objetivo: Voltado para a fundamêntaça o têo rica (êx: Idêntificar as
principais têorias sobrê…).
2. Segundo objetivo: Focado na ana lisê do contêxto ou dos dados (êx:
Caractêrizar as pra ticas pêdago gicas utilizadas êm…).
3. Terceiro objetivo: Propositivo ou conclusivo (êx: Propor êstratê gias lu dicas
para facilitar o lêtramênto…).
Utilizê o quadro abaixo para êscolhêr os vêrbos corrêtos para cada ní vêl do sêu
trabalho:
NÍVEL DA PESQUISA VERBOS SUGERIDOS
Conhecimento /
Identificação
Dêfinir, Listar, Nomêar, Rêlatar, Idêntificar,
Énumêrar.
Compreensão / Análise Analisar, Comparar, Contrastar, Difêrênciar,
Discutir, Éxaminar.
Aplicação / Execução Aplicar, Dêsênvolvêr, Émprêgar, Organizar,
Produzir, Propor.
Sustentação / Validação Avaliar, Julgar, Justificar, Validar, Vêrificar, Provar.
Dica de Ouro: Nunca usê vêrbos vagos como “Sabêr” ou “Aprêndêr”. Usê vêrbos quê
dêscrêvam aço ês obsêrva vêis ê mênsura vêis.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no ma ximo, mêia (0,5) lauda.
PROBLEMATIZAÇÃO
Sê os objêtivos sa o o sêu dêstino, a problêmatizaça o ê o combustí vêl. Ninguê m inicia
uma pêsquisa ciêntí fica sê na o houvêr uma du vida, um conflito ou uma situaça o quê
prêcisê dê rêsposta. Na Pêdagogia, problêmatizar ê o ato dê olhar para o cotidiano
êscolar ê pêrguntar: “Como podemos transformar esta realidade?”.
A noça o dê “problêma” êsta atrêlada a “uma dificuldadê, têo rica ou pra tica, no
conhêcimênto dê alguma coisa dê rêal importa ncia, para a qual sê dêvê êncontrar
uma soluça o (MARCONI; LAKATOS, 2003, p. 159).
Dêssa forma, a problêmatizaça o inicia-sê a partir da obsêrvaça o das situaço ês do
cotidiano êscolar ê dê êstudos ja rêalizados, vêrificando-sê dificuldadês, quêsto ês
conflitantês, possibilidadê dê aprimoramênto ê outros fatorês quê podêm dêlimitar
um to pico dê êstudo ê gêrar uma pêrgunta.
Conformê a Resolução CNE/CP Nº 4/2024, o profêssor dêvê sêr capaz dê gêrir
procêssos dê aprêndizagêm complêxos. Para isso, êlê prêcisa sabêr idêntificar ondê
êsta o os obsta culos. Nêsta pa gina, você dêvê construir o sêu têxto sêguindo êstê
pêrcurso dida tico:
1. O Contexto do Problema
Comêcê dêscrêvêndo a situaça o rêal quê você obsêrvou. Podê sêr uma dificuldadê
na alfabêtizaça o, um dêsafio na inclusa o dê alunos com dêficiê ncia, ou a falta dê
êngajamênto lu dico na Éducaça o Infantil. Rêlacionê êsta obsêrvaça o com a têoria: o
quê os autorês dizêm quê dêvêria acontêcêr ê o quê você pêrcêbê quê acontêcê na
pra tica?
2. A Reflexão Crítica
Utilizê os concêitos dê “pra tica rêflêxiva”. Mostrê quê o problêma na o ê apênas uma
quêixa, mas um objêto dê êstudo. Por quê êstê problêma pêrsistê? Quais sa o as
possí vêis causas? Discorra sobrê como êssa lacuna afêta o dêsênvolvimênto intêgral
da criança.
3. A Pergunta Norteadora (O Ponto Ápice)
Todo o sêu têxto dê problêmatizaça o dêvê dêsaguar êm uma pergunta central. Ésta
pêrgunta dêvê sêr clara, dirêta ê instigantê. É êla quê o sêu TCC sê compromêtêra a
rêspondêr.
• Éxêmplo: “Dê quê manêira a utilizaça o dê jogos digitais podê auxiliar na
supêraça o das dificuldadês dê lêtramênto matêma tico êm crianças do 3º ano
do Énsino Fundamêntal?”
Dica de Ouro: Uma boa problêmatizaça o na o aprêsênta soluço ês prontas, mas sim
abrê caminhos para a invêstigaça o. Éla dêvê mostrar quê você , ênquanto
pêdagogo(a), possui sênsibilidadê para idêntificar as “dorês” da êscola ê rigor para
transforma -las êm ciê ncia.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, uma (1) ê, no ma ximo, duas (2) laudas.
REFERENCIAL TEÓRICO
O Rêfêrêncial Têo rico (ou Rêvisa o dê Litêratura) na o ê apênas uma compilaça o dê
frasês dê outros autorês; ê a basê dê sustêntaça o ciêntí fica do sêu TCC. É nêstê
êspaço quê você prova quê o sêu têma êsta insêrido êm um campo dê conhêcimênto
so lido ê atualizado. Dê acordo com a Rêsoluça o CNÉ/CP Nº 4/2024, o pêdagogo dêvê
possuir um rêpêrto rio têo rico quê fundamêntê a sua pra tica docêntê com ê tica ê
rigor.
Para Marconi ê Lakatos (2003, p. 225), “pêsquisa alguma partê da êstaca zêro”, assim
como qualquêr aça o pêdago gica sêmprê êstara basêada êm algum conhêcimênto
prêcêdêntê. A rêvisa o bibliogra fica ê importantê, pois fundamênta sêu Projêto
têoricamêntê ê favorêcê a dêfiniça o dê contornos mais prêcisos da problêma tica a
sêr êstudada. Nêstê itêm, você dêvê aprêsêntar as principais têorias quê sê
rêlacionam com sêu Trabalho dê Conclusa o dê Curso. Cabê a rêvisa o bibliogra fica a
dêfiniça o dê têrmos ê dê concêitos êssênciais para o trabalho, rêlatar o quê sê diz
sobrê o objêto na atualidadê, qual o ênfoquê quê êsta rêcêbêndo hojê, quais lacunas
quê ainda êxistêm, êtc. Valê rêssaltar quê “a ciê ncia lida com concêitos”, ê os
“concêitos podêm têr significados difêrêntês dê acordo com o quadro dê rêfêrê ncia
ou a ciê ncia quê os êmprêga” (MARCONI, LAKATOS, 2003, p. 225), daí a nêcêssidadê
dêstê itêm.
Para construir êssa sêça o do sêu TCC, utilizê êstê pêrcurso dida tico:
1. A Fundamentação Legal: Resolução CNE/CP Nº 4/2024 e BNCC
Como futuro(a) pêdagogo(a), o sêu trabalho dêvê êstar êm sintonia com as novas
Dirêtrizês Curricularês Nacionais. Utilizê êsta pa gina para discutir como a DCN 2024
oriênta a formaça o ê a pra tica docêntê no sêu têma êspêcí fico (êx: êducaça o
inclusiva, alfabêtizaça o ou gêsta o). Rêlacionê os concêitos da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) para mostrar quê você êntêndê os dirêitos dê
aprêndizagêm dos alunos.
2. O Embate Teórico (Diálogo entre autores)
Busquê autorês cla ssicos ê contêmpora nêos da Pêdagogia (como Piagêt, Vygotsky,
Paulo Frêirê, Magda Soarês, êntrê outros).
• Dica dê Éscrita: Na o faça citaço ês isoladas. Construa para grafos ondê os
autorês “convêrsêm”. Éxêmplo: “Enquanto Vygotsky enfatiza a mediação
social na aprendizagem, a BNCC reforça a importância das competências
socioemocionais no desenvolvimento integral…”
3. A Prática Reflexiva
A têoria na o ê um fim êm si mêsma, mas uma luz para a pra tica. Discorra sobrê a
importa ncia dê o profêssor sêr um “pêsquisador da sua pro pria aça o”. O TCC dêvê
mostrar quê você comprêêndê a têoria para sabêr intêrvir mêlhor na sala dê aula.
4. Normas de Citação
Siga rigorosamêntê as rêgras:
• Citaço ês Indirêtas: Quando você êxplica a idêia do autor com as suas palavras
(Éx: Sêgundo Lu dgê (2001)…).
• Citaço ês Dirêtas Curtas: Atê 3 linhas, êntrê aspas, no corpo do têxto.
• Citaço ês Dirêtas Longas: Mais dê 3 linhas, com rêcuo dê 4 cm, fontê mênor ê
sêm aspas.
Dica de Ouro: Évitê o uso dê livros dida ticos. Priorizê artigos ciêntí ficos, têsês ê
livros têo ricos quê tragam dênsidadê acadê mica ao sêu têxto. Ésta sêça o dêvê
mostrar quê você ê um(a) intêlêctual da êducaça o êm formaça o.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, cinco (5) ê, no ma ximo, sêtê (7) laudas.
METODOLOGIA
A Mêtodologia ê a dêscriça o dêtalhada do caminho quê você pêrcorrêu (ou
pêrcorrêra ) para rêspondêr ao sêu problêma dê pêsquisa ê atingir os sêus objêtivos.
Na Pêdagogia, a mêtodologia dêvê rêflêtir a pra tica rêflêxiva, mostrando quê o sêu
pêrcurso foi planêado com intêncionalidadê pêdago gica ê rigor ciêntí fico.
Conformê a Resolução CNE/CP Nº 4/2024, o profêssor-pêsquisador dêvê sabêr
utilizar difêrêntês instrumêntos dê rêcolha dê dados ê ana lisê para comprêêndêr os
fêno mênos êducativos. Para construir sua mêtodologia, considêrê êssês itêns:
1. Tipo de Pesquisa
Idêntifica a naturêza do têu trabalho. Na Pêdagogia, as mais comuns sa o:
• Pêsquisa Bibliogra fica: Basêada êm livros, artigos ê documêntos oficiais
(obrigato ria êm todos os TCCs).
• Pêsquisa dê Campo: Quando vais atê a êscola para obsêrvar, êntrêvistar ou
aplicar atividadês.
• Abordagêm: Dêfinê sê ê Qualitativa (focada na intêrprêtaça o dê sêntidos ê
significados) ou Quantitativa (dados êstatí sticos).
2. Local e Participantes (Cenário)
Rêtoma ê aprofunda o quê foi dêscrito brêvêmêntê na pa gina 3. Caractêriza o local
do êstudo (êx: sala dê aula dê Éducaça o Infantil) ê dêscrêvê os critê rios usados para
êscolhêr os participantês (alunos, profêssorês, êtc.).
3. Instrumentos de Recolha de Dados
Éxplica quais as fêrramêntas quê utilizastê para rêcolhêr informaço ês:
• Obsêrvaça o Participantê: Rêgistada êm dia rios dê campo.
• Éntrêvistas ou Quêstiona rios: Dêvêm sêr anêxados ao final do trabalho.
• Ana lisê Documêntal: Éxamê do Projêto Polí tico Pêdago gico (PPP) ou Planos
dê Aula.
4. Procedimentos de Análise
Éxplica como vais tratar as informaço ês rêcolhidas. Vais comparar as falas dos
profêssorês com o quê diz a DCN 2024? Vais analisar os dêsênhos das crianças a luz
dê Piagêt? A ana lisê ê o momênto êm quê a tua voz dê pêdagogo(a) intêrprêta a
rêalidadê.
Para Marconi ê Lakatos (2003, p. 83), “na o ha ciê ncia sêm o êmprêgo dê mê todos
ciêntí ficos”. Um mê todo, por sua vêz, “ê o conjunto das atividadês sistêma ticas ê
racionais, quê, com maior sêgurança ê êconomia, pêrmitê alcançar o objêtivo –
conhêcimêntos va lidos ê vêrdadêiros –, traçando o caminho a sêr sêguido,
dêtêctando êrros ê auxiliando as dêciso ês” (MARCONI; LAKATOS, 2003, p. 83).
Dada a rêlêva ncia do pêrcurso mêtodolo gico dê qualquêr êstudo, portanto, nêstê
itêm, você dêvê êxplicitar o dêsdobramênto têo rico-pra tico dê sêu Trabalho dê
Conclusa o dê Curso, fundamêntado êm aço ês a sêrêm dêsênvolvidas, ê as êstratê gias
nêcêssa rias para rêaliza -las.
Você dêvê obsêrvar:
Conformê aprêsêntado, a partir da dêfiniça o do êixo têma tico ê do objêto dê
conhêcimênto, você dêvêra pênsar na abordagêm mêtodolo gica dêssê contêu do. A
sêguir, ê aprêsêntado o pêrcurso mêtodolo gico quê podê lhê auxiliar no
planêjamênto das aço ês, considêrando as dimênso ês trazidas por Vasconcêllos
(2002).
Planejamento: É nêssê momênto quê sê organizam as pra ticas, ê sê faz uma
ligaça o êntrê os contêu dos/abordagêns ê o contêxto social. O dêsêncadêamênto
das aço ês ocorrê por mêio das pêrguntas: O quê fazêr? Como fazêr? Quêm vai
ajudar?
Execução: É a dêscriça o dê como as atividadês sêra o dêsênvolvidas, focando êm
tudo quê prêcisa sêr fêito para quê o Projêto dê fato sê êfêtivê.
Na êtapa 1 (ana lisê da rêalidadê), você ira idêntificar o campo dê atuaça o no qual
sêu objêto dê ênsino êsta insêrido. Os difêrêntês campos dê atuaça o êlêncados sa o
rêfêridos pêla BNCC como êspaços dê contêxtualizaça o do conhêcimênto êscolar, ou
sêja, êspaços êm quê sê situam as difêrêntês pra ticas dê linguagêm (lêitura dê têxtos,
produça o dê têxtos, oralidadê ê ana lisê linguí stica/sêmio tica) (BRASIL, 2018). Por
êxêmplo, sê você sêlêcionou objêto dê conhêcimênto o gê nêro notí cia, êlê êsta
situado no campo jornalí stico-midia tico. Ésta contêxtualizaça o pêrmitê prêvêr
aspêctos quê dêvêra o sêr considêrados na abordagêm mêtodolo gico dêstê objêto
(tipo dê linguagêm, circulaça o, êtc.)
Na êtapa 2 (projêça o dê finalidadês), você dêfinira as habilidadês a sêrêm
dêsênvolvidas a partir da abordagêm do objêto dê conhêcimênto, considêrando
aquêlas prêvistas pêla BNCC para cada ano/sê riê. Por êxêmplo, com a abordagêm do
gê nêro notí cia, a BNCC traz, como uma das habilidadês a sêrêm dêsênvolvidas para
alunos do 6º ao 9º ano, a sêguintê: idêntificar, êm notí cias, o fato cêntral, suas
principais circunsta ncias ê êvêntuais dêcorrê ncias. Na êtapa 3 (formas dê
mêdiaça o), você dêfinira os aportês têo rico-mêtodolo gicos, quê podêm sêr
mobilizados por você , a dêpêndêr dos sêus objêtivos/intêrêssês para conduzir a
abordagêm do objêto dê conhêcimênto. Por êxêmplo, para a abordagêm do gê nêro
notí cia, você podêria pênsar êm uma proposta basêada êm ênsino hí brido,
ênvolvêndo rêcursos digitais, uma vêz quê boa partê das notí cias ê acêssada
dirêtamêntê na intêrnêt.
Por fim, valê rêssaltar quê, para a êlaboraça o dê sêu Trabalho dê Conclusa o dê Curso,
você podê êxtrapolar os limitês convêncionais da “aula para a sala dê aula”. Pênsê êm
abordagêns difêrênciadas da lí ngua/linguagêm, êxplorê possibilidadês dê dia logo
com outras a rêas, apostê êm mêtodologias inovadoras, proponha atividadês quê
sêjam passí vêis dê aplicabilidadê nas pra ticas sociais do aluno quê intêgra sêu
pu blico-alvo.
Dica de Ouro: A mêtodologia na o ê apênas uma lista dê dêfiniço ês dê diciona rio.
Você dêvê êxplicar como aplicara êssês mê todos no seu têma êspêcí fico. Sê o sêu
TCC ê sobrê lu dico, êxplica como a sua obsêrvaça o focou nas brincadêiras das
crianças.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, uma lauda ê mêia (1,5) ê, no ma ximo,
duas (2) laudas.
CRONOGRAMA DO PROJETO
O têmpo ê um dos rêcursos mais prêciosos dê um pêsquisador. O cronograma na o ê
apênas uma tabêla burocra tica, mas uma fêrramênta dê sêgurança quê pêrmitê ao
aluno controlar as êtapas ê na o compromêtêr a qualidadê da invêstigaça o. Na
Pêdagogia, sabêr gêrir o têmpo ê uma compêtê ncia êssêncial, pois o trabalho
docêntê êxigê planêjamênto rigoroso para quê os dirêitos dê aprêndizagêm dos
alunos sêjam garantidos.
Você dêvê organizar o sêu têxto ê a sua tabêla focando nos sêguintês pontos:
1. O Planejamento como Ato Pedagógico
Discorra sobrê como a organizaça o das êtapas dê pêsquisa rêflêtê a sêriêdadê do sêu
compromisso profissional. Basêado na DCN 2024, o profêssor dêvê sêr capaz dê
planêjar aço ês dê curto, mê dio ê longo prazo. O cronograma do TCC ê o sêu primêiro
êxêrcí cio pra tico dêssa compêtê ncia fora da sala dê aula.
2. Detalhamento das Etapas
Éxpliquê o quê sêra fêito êm cada pêrí odo (gêralmêntê dividido por mêsês). As
êtapas obrigato rias quê dêvêm constar no sêu cronograma sa o:
• Lêvantamênto Bibliogra fico ê Lêitura: Busca dê autorês ê documêntos (como
a Rêsoluça o CNÉ/CP Nº 4/2024).
• Fichamênto ê Organizaça o do Matêrial: Sistêmatizaça o das idêias principais.
• Colêta dê Dados / Visitas ao Local: (Sê o sêu TCC ênvolvêr pêsquisa dê campo
ou êsta gio).
• Rêdaça o do TCC: O momênto dê colocar as idêias no papêl sêguindo a
êstrutura dêstê manual.
• Rêvisa o Final ê Normatizaça o: Ajustês dê ABNT ê corrêça o gramatical.
3. Tabela de Execução (Exemplo)
Aprêsêntê uma tabêla clara, marcando com um “X” os mêsês corrêspondêntês a cada
atividadê.
ATIVIDADES / MESES Fev Mar Abr Mai Jun
Éscolha do Têma ê Dêlimitaça o X
Lêvantamênto Bibliogra fico X X
Rêdaça o do Rêfêrêncial Têo rico X X
Colêta dê Dados/Ana lisê X X
Rêvisa o ê Éntrêga Final X
Dica de Ouro: Sêja rêalista. Na o adianta planêjar a rêdaça o dê 10 pa ginas êm um
u nico dia. Dêixê sêmprê uma margêm dê sêgurança para imprêvistos (como
dificuldadês êm êncontrar um livro ou a nêcêssidadê dê rêêscrêvêr um para grafo).
Lêmbrê-sê: um cronograma cumprido ê o sêgrêdo para um TCC sêm dêsêspêro!
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, mêia (0,5) ê, no ma ximo, uma (1) lauda.
RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS
Nêsta pa gina, você dêvê dêmonstrar quê o sêu TCC na o ê apênas um êxêrcí cio
têo rico, mas um projêto via vêl ê passí vêl dê ana lisê crí tica. Conformê a Rêsoluça o
CNÉ/CP Nº 4/2024, o pêdagogo dêvê sabêr gêrir rêcursos ê avaliar procêssos dê
forma contí nua para garantir a êfica cia do ênsino.
Nêssa sêça o você dêtalha o quê ê quêm foi nêcêssa rio para quê a pêsquisa ganhassê
vida.
• Recursos Humanos: Mêncionê o papêl do sêu oriêntador, a colaboraça o dos
profêssorês da êscola (sê houvêr pêsquisa dê campo) ê dos pro prios alunos.
• Recursos Materiais: Listê dêsdê matêriais dê consumo (papêl, canêtas) atê
êquipamêntos têcnolo gicos (computador, intêrnêt, softwarês dê êdiça o).
• Dica Didática: Discorra sobrê como o acêsso a êssês rêcursos influência a
qualidadê da produça o ciêntí fica. Na Pêdagogia contêmpora nêa, o uso dê
têcnologias digitais ê visto como um rêcurso indispênsa vêl para a
dêmocratizaça o do sabêr.
Prêvêr a nêcêssidadê dê rêcursos humanos ê matêriais proporciona a organizaça o
do trabalho ê o êncaminhamênto do êstudo ê da invêstigaça o, ênriquêcêndo o
Projêto na sua totalidadê. Nêsta partê do trabalho, você dêvê êlêncar os rêcursos
nêcêssa rios para a êxêcuça o do Projêto.
Dica de Ouro: Ao êscrêvêr sobrê a avaliaça o, sêja autocrí tico. Rêconhêça as
limitaço ês da pêsquisa (êx: pouco têmpo para colêta ou bibliografia êscassa sobrê
um nicho êspêcí fico). Isso dêmonstra maturidadê acadê mica ê honêstidadê
intêlêctual, qualidadês êssênciais para um bom êducador.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, mêia (0,5) ê, no ma ximo, uma (1) lauda.
AVALIAÇÃO
Avaliar um Projêto ê têr êm mêntê o quê sê tinha como objêtivos traçados
inicialmêntê ê vêrificar sê êlês foram atingidos (NOGUÉIRA, 2008, p. 70). Nêstê itêm,
sêra nêcêssa rio dêscrêvêr como ocorrêra a avaliaça o, indicando dê forma clara os
procêdimêntos ê os sêus rêspêctivos critê rios.
Éxêmplos: construça o dê portfo lio; montagêm dê êxposiça o; obsêrvaça o pêrio dica
rêgistrada êm dia rios dê classê, êntrê outras possibilidadês.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, mêia (0,5) ê, no ma ximo, uma (1) lauda.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nêstê itêm, você dêvê aprêsêntar as suas considêraço ês finais, dêcorrêntês dê
rêflêxo ês acêrca da êlaboraça o do Trabalho dê Conclusa o dê Curso. Você dêvê rêlatar
as dificuldadês êncontradas para a êlaboraça o dêstê trabalho, bêm como aprêsêntar
as possí vêis contribuiço ês quê êstê Projêto podê proporcionar para o ênsino êm sua
a rêa dê atuaça o, conformê êspêcificidadês do sêu Curso.
Nêsta sêça o, você na o dêvê aprêsêntar dados novos, mas sim rêtomar sêus Objetivos
ê rêspondêr sê êlês foram atingidos.
• Retomada do Problema: Rêsponda dê forma clara a sua pêrgunta
nortêadora.
• Contribuição Pedagógica: Discorra sobrê como sêu trabalho auxilia no
cotidiano êscolar. Rêforcê como a “pra tica rêflêxiva” êxêrcitada no TCC
mudou sua visa o sobrê o ênsino.
• Limitações e Sugestões: Sêja honêsto sobrê o quê na o foi possí vêl
aprofundar ê sugira caminhos para futuros pêsquisadorês da Pêdagogia.
Dica de Ouro: As Considêraço ês Finais sa o o sêu momênto dê brilhar. Mostrê quê
você na o apênas “êscrêvêu um trabalho”, mas quê você sê transformou êm um
profêssor-pêsquisador. Usê frasês como: “A partir dêsta invêstigaça o, comprêêndêsê quê…” ou “Os rêsultados apontam para a nêcêssidadê dê…”.
Ésta partê do TCC dêvêra contêr, no mí nimo, mêia (0,5) ê, no ma ximo, uma (1) lauda.
INFORMAÇÕES IMPORTANTES
1. O trabalho sêra rêalizado individualmêntê.
2. Importantê: Você dêvêra postar o trabalho finalizado no AVA, o quê dêvêra
sêr fêito na pasta êspêcí fica da disciplina, obêdêcêndo ao prazo limitê dê postagêm,
conformê disposto no cronograma do curso. Na o êxistê prorrogaça o para a
postagêm da atividadê.
3. O trabalho final quê sêra postado no ambiêntê virtual dê aprêndizagêm dêvê
contêr dê 12 atê , no ma ximo, 20 laudas (considêrando-sê apênas o Trabalho dê
Conclusa o dê Curso êm si, êxcêtuando-sê os êlêmêntos prê ê po s-têxtuais).
4. Dêvê contêr, dêpois dê pronto, capa ê folha dê rosto padra o da Univêrsidadê,
sêndo organizado no quê tangê a sua aprêsêntaça o visual (tipos ê tamanhos dê
fontês, alinhamênto do têxto, êspaçamêntos, adêntramênto dê para grafos,
aprêsêntaça o corrêta dê citaço ês ê rêfêrê ncias, êntrê outros êlêmêntos
importantês), conformê modêlo disponí vêl no AVA.
5. O Trabalho dê Conclusa o dê Curso ê um trabalho original ê, portanto, na o
podêra havêr trabalhos idê nticos aos dê outros alunos ou com rêproduça o dê
matêriais êxtraí dos da intêrnêt. Os trabalhos plagiados sêra o invalidados, sêndo os
alunos rêprovados na atividadê. Lêmbrê-sê dê quê a pra tica do pla gio constitui
crimê, com pêna prêvista êm lêi (Lêi n.º 9.610), ê dêvê sêr êvitada no a mbito
acadê mico.
A sêguir, aprêsêntamos a você alguns dos critê rios avaliativos quê nortêara o a
ana lisê do Tutor a Dista ncia para atribuir o concêito ao Trabalho dê Conclusa o dê
Curso:
• Normalizaça o corrêta do trabalho, êm rêspêito a s normas da ABNT, com
atêndimênto ao nu mêro dê pa ginas solicitadas.
• Uso dê linguagêm acadê mica adêquada, com clarêza ê corrêça o, atêndêndo a
norma padra o.
• Atêndimênto a êstrutura do Trabalho dê Conclusa o dê Curso, contêmplando
todos os itêns solicitados, com objêtividadê, criatividadê, originalidadê ê
autênticidadê.
• Fundamêntaça o têo rica do trabalho, com as dêvidas rêfêrê ncias dos autorês
êvêntualmêntê citados.
Lêmbrê-sê dê quê sêu Tutor a Dista ncia êsta a disposiça o para lhê atêndêr êm suas
du vidas ê, tambê m, para rêpassar oriêntaço ês sêmprê quê você prêcisar. Aprovêitê
êsta oportunidadê para rêalizar um trabalho com a qualidadê acadê mica dê ní vêl
univêrsita rio.
ORIENTAÇÕES GERAIS
Para a êlaboraça o do Trabalho dê Conclusa o dê Curso, você dêvêra fazêr o download
do Modêlo no AVA, atêntando-sê a sua composiça o êstrutural, conformê itêns
indicados a sêguir:
Elementos Pré-Textuais
Insêrça o dê êlêmêntos dê aprêsêntaça o/idêntificaça o, conformê Modêlo
disponibilizado no AVA:
• capa;
• folha dê rosto;
• suma rio.
Elementos Textuais
Insêrça o das êtapas do Projêto, sêguindo o Modêlo disponibilizado no AVA:
• Introduça o: insêrça o dê têxto êspêcificando a naturêza do trabalho,
contêxtualizando-o.
• Dêsênvolvimênto: insêrça o, êm sêquê ncia, dê todas as êtapas prêvistas para
o projêto (itêns 2.1 a 2.10 dêstê manual), sêguindo Modêlo disponibilizado no AVA.
• Considêraço ês finais: insêrça o dê rêflêxo ês dêcorrêntês da rêalizaça o do
Projêto.
Elementos Pós-Textuais
Insêrça o dê êlêmêntos complêmêntarês para fêchamênto do Trabalho dê Conclusa o
dê Curso, conformê Modêlo disponibilizado no AVA:
• rêfêrê ncias;
• anêxos;
• apê ndicês.
DICAS DE OURO
Lêia a DCN 2024: Éla ê um grandê guia da sua formaça o. Citê-a para mostrar quê
você êsta atualizado.
Fuja do Pla gio: Usê as normas dê citaça o rigorosamêntê. Sua voz ê importantê, mas
dêvê êstar amparada êm gigantês.
Foco na Pra tica Rêflêxiva: O TCC dê Pêdagogia dêvê sêmprê pêrguntar: “Como isso
mêlhora a vida do aluno na sala dê aula?”.
Éscrita ê Procêsso: Na o dêixê para a u ltima hora. Éscrêva um para grafo por dia, mas
êscrêva com propo sito.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministê rio da Éducaça o. Base Nacional Comum Curricular. Brasí lia:
MÉC, 2018.
BRASIL. CONSÉLHO NACIONAL DÉ ÉDUCAÇA O. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 4, DE 29
DE MAIO DE 2024. Dispo ê sobrê as Dirêtrizês Curricularês Nacionais para a
Formaça o Inicial êm Ní vêl Supêrior dê Profissionais do Magistê rio da Éducaça o
Éscolar Ba sica (cursos dê licênciatura, cursos dê formaça o pêdago gica para
graduados na o licênciados ê cursos dê sêgunda licênciatura).
KÉNSKI, Vani Morêira. Novos procêssos dê intêraça o ê comunicaça o no ênsino
mêdiado pêlas têcnologias. Cadernos de Pedagogia Universitária, Sa o Paulo, p. 7-
22, nov. 2008. Disponí vêl êm: vani_kênski_cadêrno_7.pdf
MARCONI, Marina dê Andradê; LAKATOS, Éva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 5. êd. Sa o Paulo: Atlas, 2003.
MORAÉS, Silvia Élizabêth. Intêrdisciplinaridadê ê transvêrsalidadê mêdiantê
projêtos têma ticos. R. bras. Est. pedag., Brasí lia, v. 86, n. 213/214, p. 38-54,
maio/dêz. 2005. Disponí vêl êm: Intêrdisciplinaridadê ê transvêrsalidadê mêdiantê
projêtos têma ticos.
VASCONCÉLLOS, Cêlso dos Santos. Planejamento: projêto dê ênsinoaprêndizagêm ê projêto polí tico-pêdago gico. 10. êd. Sa o Paulo: Libêrtad, 2002.

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