{"id":28673,"date":"2024-08-04T14:49:04","date_gmt":"2024-08-04T17:49:04","guid":{"rendered":"https:\/\/portifolioos-prontos.com\/?post_type=product&#038;p=28673"},"modified":"2025-08-03T17:38:01","modified_gmt":"2025-08-03T20:38:01","slug":"aula-pratica-fundicao-e-processos-siderurgicos","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/portifolioos-prontos.com\/index.php\/product\/aula-pratica-fundicao-e-processos-siderurgicos\/","title":{"rendered":"Aula Pr\u00e1tica Fundi\u00e7\u00e3o e Processos Sider\u00fargicos"},"content":{"rendered":"<h4>Aula Pr\u00e1tica Fundi\u00e7\u00e3o e Processos Sider\u00fargicos<\/h4>\n<p>ROTEIRO DE AULA PR\u00c1TICA<br \/>\nNOME DA DISCIPLINA: FUNDI\u00c7\u00c3O E PROCESSOS SIDER\u00daRGICOS<br \/>\nUnidade: U3 _ UNIDADE DA DISCIPLINA RELACIONADA A AULA PR\u00c1TICA<br \/>\nAula: A2_ Contra\u00e7\u00e3o, concentra\u00e7\u00e3o de impurezas, desprendimento de<br \/>\ngases<br \/>\nTempo previsto de execu\u00e7\u00e3o de aula pr\u00e1tica: 5h (CAMPO OBRIGAT\u00d3RIO \u2013 N\u00c3O APARECER EM<br \/>\nNENHUM RAP)<br \/>\nOBJETIVOS (campo obrigat\u00f3rio \u2013 exibi\u00e7\u00e3o para todos)<br \/>\nDefini\u00e7\u00e3o dos objetivos da aula pr\u00e1tica:<br \/>\nOs massalotes s\u00e3o elementos importante no processo de fundi\u00e7\u00e3o, utilizados para compensar a<br \/>\ncontra\u00e7\u00e3o do metal durante a solidifica\u00e7\u00e3o e o resfriamento dentro do molde. Eles funcionam<br \/>\ncomo reservat\u00f3rios de metal l\u00edquido, fornecendo material adicional para preencher as cavidades<br \/>\nque se formam \u00e0 medida que o metal esfria e se contrai. O posicionamento e o dimensionamento<br \/>\nadequados dos massalotes s\u00e3o essenciais para evitar defeitos como porosidade e cavidades<br \/>\ninternas nas pe\u00e7as fundidas, garantindo a integridade estrutural e a qualidade da pe\u00e7a final. O<br \/>\nprojeto eficiente dos massalotes \u00e9, portanto, um aspecto vital no planejamento de moldes para a<br \/>\nprodu\u00e7\u00e3o de componentes met\u00e1licos de alta precis\u00e3o.<br \/>\nOs objetivos desta aula pr\u00e1tica, s\u00e3o:<br \/>\n1. Compreender os princ\u00edpios do massalote;<br \/>\n2. Realizar os c\u00e1lculos para dimensionamento dos sistemas de canais e dos massalotes;<br \/>\n3. Determinar a efici\u00eancia do dimensionamento.<br \/>\nINFRAESTRUTURA (OBRIGAT\u00d3RIO SE HOUVER \u2013 EXIBI\u00c7\u00c3O DOCENTE\/TUTOR)<br \/>\nInstala\u00e7\u00f5es \u2013 Materiais de consumo \u2013 Equipamentos:<br \/>\nLABORAT\u00d3RIO DE INFORM\u00c1TICA<br \/>\nMateriais de consumo:<br \/>\nNSA.<br \/>\nLABORAT\u00d3RIO DE INFORM\u00c1TICA<br \/>\nEquipamentos:<br \/>\nComputador &#8211; 1 para cada 2 alunos<br \/>\nMicrosoft Excel (ou similar) &#8211; 1 para cada computador<br \/>\nSOLU\u00c7\u00c3O DIGITAL (OBRIGAT\u00d3RIO SE HOUVER &#8211; APARECER PARA TODOS)<br \/>\nP\u00fablico3<br \/>\nInfraestrutura m\u00ednima necess\u00e1ria para execu\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u2022 Planilha Eletr\u00f4nica (Microsoft Excel)<br \/>\nAs planilhas eletr\u00f4nicas, como o Microsoft Excel, s\u00e3o ferramentas fundamentais na engenharia,<br \/>\npermitindo a manipula\u00e7\u00e3o eficaz e precisa de dados para uma variedade de aplica\u00e7\u00f5es<br \/>\nt\u00e9cnicas. Engenheiros utilizam essas planilhas para calcular cargas, dimensionar componentes,<br \/>\nanalisar dados experimentais e modelar sistemas complexos. O Excel suporta fun\u00e7\u00f5es<br \/>\navan\u00e7adas que facilitam desde an\u00e1lises estat\u00edsticas at\u00e9 simula\u00e7\u00f5es de cen\u00e1rios, e sua<br \/>\ncapacidade de integra\u00e7\u00e3o com outras ferramentas t\u00e9cnicas amplia seu uso na automa\u00e7\u00e3o de<br \/>\ntarefas repetitivas e na otimiza\u00e7\u00e3o de processos. Al\u00e9m disso, as planilhas oferecem<br \/>\nvisualiza\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas de dados, essenciais para a apresenta\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o de resultados<br \/>\nem projetos de engenharia.<br \/>\nEQUIPAMENTO DE PROTE\u00c7\u00c3O INDIVIDUAL (EPI) (CAMPO OBRIGAT\u00d3RIO \u2013 APARECER<br \/>\nPARA TODOS)<br \/>\nNSA<br \/>\nPROCEDIMENTOS PR\u00c1TICOS (OBRIGAT\u00d3RIO \u2013 TODOS)<br \/>\nProcedimento\/Atividade n\u00ba 1 (Virtual)<br \/>\nAtividade proposta:<br \/>\nProjetar um sistema de canais e massalotes, a fim de garantir uma melhor efici\u00eancia para<br \/>\na fundi\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a atracador porca-borboleta.<br \/>\nProcedimentos para a realiza\u00e7\u00e3o da atividade:<br \/>\nLink do v\u00eddeo ilustrativo da aula:<br \/>\nPasso-a-passo do procedimento para a execu\u00e7\u00e3o da atividade\/procedimento pr\u00e1tico.<br \/>\nINTRODU\u00c7\u00c3O<br \/>\nO sistema de canais tem como fun\u00e7\u00e3o permitir o completo enchimento da cavidade do<br \/>\nmolde prevenindo o surgimento de defeitos, inclus\u00e3o de areia ou esc\u00f3ria, n\u00e3o permitindo<br \/>\nque a contrata\u00e7\u00e3o l\u00edquida provoque falhas internas na pe\u00e7a. Ele deve ser eficiente,<br \/>\nP\u00fablico4<br \/>\nevitando a absor\u00e7\u00e3o de gases, entrada de part\u00edculas estranhas e ter peso m\u00ednimo em<br \/>\nrela\u00e7\u00e3o \u00e0 pe\u00e7a. Sendo projetado de forma que o metal seja solidificado do ponto mais<br \/>\ndistante da alimenta\u00e7\u00e3o para o ponto mais pr\u00f3ximo. Na figura1 vemos que, este \u00e9<br \/>\nformado por bacia de vazamento, canal de descida, canal de distribui\u00e7\u00e3o e canal de<br \/>\nataque. Sendo pelo canal de ataque que o metal l\u00edquido escoa para atingir e preencher a<br \/>\ncavidade do molde.<br \/>\nFigura 1 &#8211; Elementos b\u00e1sicos de um sistema de alimenta\u00e7\u00e3o<br \/>\nFonte: Bastos (2013, p. 7)<br \/>\n\u2022 Crit\u00e9rios para o dimensionamento do sistema de canais de entrada:<br \/>\nTemos dois sistemas de canais de entrada: pressurizado e n\u00e3o-pressurizado. O sistema<br \/>\npressurizado nos d\u00e1 uma maior garantia de que os canais de mantenham sempre cheios,<br \/>\nevitando aspira\u00e7\u00e3o de ar, neste tipo de sistema h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o gradativa da \u00e1rea ou<br \/>\nsomat\u00f3rio de \u00e1reas, dos canais ao passarem do canal de descida para o ataque. Por\u00e9m,<br \/>\ncom aumento da press\u00e3o e velocidade do l\u00edquido, aumentam os riscos de lavagem da<br \/>\nareia e turbul\u00eancia. Quando se prioriza o enchimento lento, a fim de evitar forma\u00e7\u00e3o e<br \/>\narraste de filmes de \u00f3xidos, a melhor op\u00e7\u00e3o \u00e9 pelo sistema n\u00e3o-pressurizado. Os<br \/>\nsistemas pressurizados s\u00e3o geralmente utilizados em ligas ferrosas (a\u00e7os e ferros<br \/>\nfundidos), enquanto para ligas n\u00e3o ferrosas, os sistemas s\u00e3o quase todos<br \/>\ndespressurizados.<br \/>\nNa figura 2 pode se observar um sistema de canais de entrada e as \u00e1reas S1, S2 e<br \/>\nSi como sendo:<br \/>\nS1 \u2013 \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o m\u00ednima do canal de descida;<br \/>\nP\u00fablico5<br \/>\nS2 \u2013 \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o m\u00e1xima do canal de distribui\u00e7\u00e3o. Se h\u00e1 mais de um canal de<br \/>\ndistribui\u00e7\u00e3o, essa \u00e1rea \u00e9 a soma das se\u00e7\u00f5es m\u00e1ximas dos canais de distribui\u00e7\u00e3o<br \/>\nque convergem para um mesmo canal de descida;<br \/>\nSi \u2013 \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o m\u00ednima de cada canal de ataque.<br \/>\nFigura 2 &#8211; Sistema de Canais de Alimenta\u00e7\u00e3o<br \/>\nFonte: Bastos (2013, p. 9)<br \/>\nA efici\u00eancia do sistema de canais \u00e9 devidamente alcan\u00e7ada quando se \u00e9 evitado, a<br \/>\nentrada de part\u00edculas estranhas, absor\u00e7\u00e3o de gases e peso m\u00ednimo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0<br \/>\npe\u00e7a<br \/>\n\u00c9 necess\u00e1rio que, o canal de descida tenha uma forma c\u00f4nica para se conferir a<br \/>\npressuriza\u00e7\u00e3o e assim evitar a aspira\u00e7\u00e3o de ar, e em sua base um formato de ovo,<br \/>\namortecendo a turbul\u00eancia que pode gerar gases.<br \/>\nPara minimizar a turbul\u00eancia e aspira\u00e7\u00e3o de ar \u00e9 necess\u00e1rio que o sistema tenha as<br \/>\nseguintes ferramentas: bacia de vazamento, fundo de canal, canal de descida c\u00f4nico e<br \/>\ncantos arredondados. Podemos optar pelo sistema de canais pressurizado ou n\u00e3opressurizado. No sistema de canais pressurizado temos um enchimento gradativo,<br \/>\nmantendo assim os canais sempre cheios e evitando aspira\u00e7\u00e3o de ar. Aumentando a<br \/>\nvelocidade do l\u00edquido e press\u00e3o, aumentam os riscos de turbul\u00eancias e arrastes de areias.<br \/>\nPor\u00e9m, no sistema de canais n\u00e3o-pressurizado \u00e9 utilizado para ligas fortemente oxid\u00e1veis<br \/>\ne seu enchimento \u00e9 lento, com finalidade de se evitar forma\u00e7\u00e3o e arraste de filmes \u00f3xidos.<br \/>\n\u2022 Crit\u00e9rios para o dimensionamento do Massalote<br \/>\nO massalote \u00e9 uma reserva de metal l\u00edquido adjacente \u00e0 pe\u00e7a, que tem a fun\u00e7\u00e3o de<br \/>\ncompensar a contra\u00e7\u00e3o l\u00edquida e de solidifica\u00e7\u00e3o. O dimensionamento dos massalotes<br \/>\nP\u00fablico6<br \/>\ndeve considerar que a solidifica\u00e7\u00e3o dos massalotes ocorra ap\u00f3s a solidifica\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a.<br \/>\nO massalote deve se localizar em partes da pe\u00e7a que se solidificam por \u00faltimo, conter<br \/>\nmetal l\u00edquido suficiente para compensar o efeito da contra\u00e7\u00e3o e representar m\u00ednima<br \/>\nmassa relativa \u00e0 massa da pe\u00e7a, por quest\u00f5es de custo do material empregado. Para o<br \/>\ndimensionamento e o uso de alimentadores, utilizaremos a equa\u00e7\u00e3o de Chvorinov, o<br \/>\nm\u00e9todo dos m\u00f3dulos e a regra da contra\u00e7\u00e3o. O tempo de solidifica\u00e7\u00e3o da se\u00e7\u00e3o de uma<br \/>\npe\u00e7a pode ser expresso pela equa\u00e7\u00e3o de Chvorinov.<br \/>\nComo C \u00e9 uma constante, isso indica que a rela\u00e7\u00e3o (V\/S) \u00e9 que determina a sequ\u00eancia<br \/>\nde solidifica\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a. Essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 chamada de m\u00f3dulo parcial de solidifica\u00e7\u00e3o da<br \/>\npe\u00e7a. Pela regra dos m\u00f3dulos, o c\u00e1lculo dos m\u00f3dulos de cada segmento \u00e9 feito da<br \/>\nseguinte forma: M \u00e9 o m\u00f3dulo do segmento da pe\u00e7a em cm; V \u00e9 o volume do segmento<br \/>\nda pe\u00e7a em cm\u00b3; S \u00e9 a \u00e1rea do segmento da pe\u00e7a em contato com o molde em cm\u00b2. O<br \/>\ntempo de resfriamento de uma pe\u00e7a ou o elemento da pe\u00e7a \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o de seu m\u00f3dulo<br \/>\nparcial de resfriamento M. Para que o massalote solidifiquese ap\u00f3s a pe\u00e7a, \u00e9 preciso que<br \/>\nele tenha um m\u00f3dulo (Mm = m\u00f3dulo do massalote) superior ao m\u00f3dulo da pe\u00e7a (Mp).<br \/>\nAp\u00f3s definido que o massalote se solidificar\u00e1 depois da pe\u00e7a, verificamos por meio da<br \/>\n\u201cregra da contra\u00e7\u00e3o\u201d se ele ter\u00e1 volume suficiente para alimentar a parte da pe\u00e7a \u00e0 qual<br \/>\nse destina. Para o c\u00e1lculo do massalote da regi\u00e3o a alimentar, usamos a regra dos<br \/>\nm\u00f3dulos, que deve expressar a seguinte rela\u00e7\u00e3o:<br \/>\nEm que: k \u00e9 um coeficiente que depende das condi\u00e7\u00f5es de funcionamento do massalote<br \/>\ne \u00e9 representada pela Quadro 1.<br \/>\nP\u00fablico7<br \/>\nQuadro 1 &#8211; Valores do coeficiente K para condi\u00e7\u00f5es de funcionamento do massalote<br \/>\nFonte: Livro did\u00e1tico<br \/>\nDepois de obter o valor do m\u00f3dulo do massalote pode-se determinar o di\u00e2metro d<br \/>\ne demais dimens\u00f5es, a partir das f\u00f3rmulas:<br \/>\n\u2022 Massalote de topo aberto, com p\u00f3 isolante: d = 4.Mm<br \/>\n\u2022 Massalote lateral cego: d = h = 4,56.Mm; H = 1,5.d; I = (\u03c0.d2<br \/>\n) \/ 10<br \/>\nOnde h \u00e9 \u00e0 dist\u00e2ncia do topo da pe\u00e7a ao fim da se\u00e7\u00e3o cil\u00edndrica; H, dist\u00e2ncia topo da pe\u00e7a<br \/>\nao topo do massalote e l \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o estrangulada.<br \/>\nA regra da contra\u00e7\u00e3o \u00e9 aplicada para confirmar o requisito volum\u00e9trico. Em que o<br \/>\nmassalote deve conter metal l\u00edquido suficiente para compensar a contra\u00e7\u00e3o met\u00e1lica<br \/>\nVm = volume do massalote<br \/>\nr = coeficiente de contra\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica.<br \/>\nVp = volume da pe\u00e7a<br \/>\nSendo, k&#8221; depende das condi\u00e7\u00f5es do massalote conforme mostra a Quadro 2.<br \/>\nQuadro 2 &#8211; Valores de K&#8221; para diversas condi\u00e7\u00f5es<br \/>\nFonte: Bastos (2013, p. 22)<br \/>\nP\u00fablico8<br \/>\nQuadro 3 &#8211; Contra\u00e7\u00e3o Volum\u00e9trica para diversas ligas<br \/>\nFonte: Bastos (2013, p. 23)<br \/>\nDIMENS\u00d5ES DA PE\u00c7A A SER FUNDIDA<br \/>\nA atividade a ser desenvolvida \u00e9 baseada no atracador porca-borboleta feita de cobre.<br \/>\nFigura 3 &#8211; Desenho com as dimens\u00f5es da pe\u00e7a atracador porca &#8211; borboleta<br \/>\nQuadro 4 &#8211; Composi\u00e7\u00e3o da liga da pe\u00e7a atracador-porca borboleta<br \/>\nP\u00fablico9<br \/>\nInicialmente, e com o intuito de determinar as zonas a ser alimentada pelos massalotes<br \/>\na pe\u00e7a \u00e9 dividida em geometrias simples. Neste estudo a pe\u00e7a atracador borboleta foi<br \/>\ndividida num cilindro central (vermelho) e dois ret\u00e2ngulos para as hastes da pe\u00e7a (azul).<br \/>\nFigura 4 &#8211; Divis\u00e3o da pe\u00e7a em geometrias simples para os c\u00e1lculos<br \/>\nA ordem de solidifica\u00e7\u00e3o \u00e9 determinada pelo c\u00e1lculo dos m\u00f3dulos das variadas partes da<br \/>\npe\u00e7a e os pontos quentes que se solidificam por \u00faltimo e que ser\u00e3o alimentados pelos<br \/>\nmassalotes. O m\u00f3dulo \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre o volume (cm3<br \/>\n) e a \u00e1rea (cm2<br \/>\n) que efetivamente<br \/>\nparticipa do resfriamento, ou seja, a \u00e1rea superficial que est\u00e1 em contato com o molde.<br \/>\nQuanto menor for o m\u00f3dulo, menor ser\u00e1 o tempo de solidifica\u00e7\u00e3o e pe\u00e7as de mesmo<br \/>\nm\u00f3dulo M se solidificam no mesmo tempo, independentemente de sua geometria.<br \/>\nA quantidade m\u00ednima de massalotes \u00e9 definida atrav\u00e9s da regra da zona de a\u00e7\u00e3o, existe<br \/>\numa regi\u00e3o no entorno do massalote definida por um c\u00edrculo de raio r que define a<br \/>\ndist\u00e2ncia ao longo da pe\u00e7a, na qual o massalote \u00e9 efetivo. O raio de a\u00e7\u00e3o de um<br \/>\nalimentador pode se determinar em fun\u00e7\u00e3o da espessura de uma placa de a\u00e7o, sendo o<br \/>\nraio igual a 2 vezes a espessura da placa. Pode n\u00e3o ser suficiente a coloca\u00e7\u00e3o de apenas<br \/>\num massalote para eliminar rechupes em toda a pe\u00e7a. As alternativas seriam a coloca\u00e7\u00e3o<br \/>\nde um segundo massalote, a utiliza\u00e7\u00e3o de resfriadores ou o isolamento t\u00e9rmico da se\u00e7\u00e3o<br \/>\nmais fina. A utiliza\u00e7\u00e3o de resfriadores aumenta o raio de a\u00e7\u00e3o do alimentador sendo neste<br \/>\ncaso igual a 4,5 vezes a espessura da placa mais duas polegadas, como se esquematiza<br \/>\nna figura 5<br \/>\nP\u00fablico10<br \/>\nFigura 5 &#8211; (a) Raio de a\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da espessura de uma placa de a\u00e7o e (b) Efeito do<br \/>\nresfriador<br \/>\nPROJETO DO SISTEMA DE CANAIS E MASSALOTES<br \/>\n\u2022 DADOS PARA O DIMENSIONAMENTO<br \/>\n\u2022 Coeficiente de contra\u00e7\u00e3o do cobre = 1,14<br \/>\n\u2022 rcilindros = 1,94 cm<br \/>\n\u2022 hcilindros = 2,5 cm<br \/>\n\u2022 rtampa = 0,775 cm<br \/>\n\u2022 hborboleta = 7,16 cm<br \/>\n\u2022 Hsist.canais = 4,5 cm<br \/>\nDETERMINA\u00c7\u00c3O DO MASSALOTE<br \/>\nDevemos assumir que a pe\u00e7a ser\u00e1 alimentada com ataque por baixo atrav\u00e9s do<br \/>\nmassalote, devido a indica\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00e3o para o lat\u00e3o, cobre e alum\u00ednio.<br \/>\nPara iniciar o dimensionamento, devemos calcular o m\u00f3dulo do cilindro e das borboletas<br \/>\nusando as dimens\u00f5es obtidas no desenho da pe\u00e7a. O m\u00f3dulo est\u00e1 definido como:<br \/>\n\u2022 M\u00f3dulo dos cilindros<br \/>\nP\u00fablico11<br \/>\n\u2022 M\u00f3dulo das borboletas<br \/>\nPara calcular a \u00e1rea efetiva que dissipa calor deve se levar a considera\u00e7\u00e3o que uma<br \/>\ndas tampas (a que une o cilindro com a borboleta) n\u00e3o dissipa calor, pois n\u00e3o est\u00e1 em<br \/>\ncontato direito com o molde, assim:<br \/>\nAs hastes s\u00e3o as primeiras a se solidificarem por possu\u00edrem um menor m\u00f3dulo e<br \/>\nconsequentemente, devido a possuir um m\u00f3dulo maior o cilindro solidifica por \u00faltimo.<br \/>\nNo cilindro encontramos o ponto quente da pe\u00e7a, ou seja, est\u00e1 \u00e9 a regi\u00e3o da pe\u00e7a que<br \/>\ndeve ser alimentada e corresponde ao lugar onde o massalote ser\u00e1 acoplado.<br \/>\n\u2022 M\u00f3dulo do Massalote<br \/>\nP\u00fablico12<br \/>\nAssim se assegura o cumprimento do requisito t\u00e9rmico, pois o m\u00f3dulo do<br \/>\nmassalote deve ser maior que o m\u00f3dulo da parte da pe\u00e7a a ser alimentada. Sendo<br \/>\no tempo de solidifica\u00e7\u00e3o do massalote maior que o da parte a ser alimentada.<br \/>\nConhecendo o m\u00f3dulo (M) do massalote podem-se calcular as dimens\u00f5es do<br \/>\nalimentador.<br \/>\nCom I \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o estrangulada.<br \/>\nPode-se observar que para cumprir os requisitos t\u00e9rmicos o massalote lateral cego<br \/>\nprecisa tanto um di\u00e2metro quanto uma altura maior que o massalote de topo aberto, o<br \/>\nque afetar\u00e1 a efici\u00eancia em termos econ\u00f4micos.<br \/>\n\u2022 Regra da Contra\u00e7\u00e3o<br \/>\nP\u00fablico13<br \/>\nk&#8221; = 6; para as condi\u00e7\u00f5es do massalote escolhido, neste projeto o caso geral.<br \/>\nr = 5; coeficiente de contra\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica do cobre.<br \/>\nNo requisito volum\u00e9trico, tamb\u00e9m foi obtido \u00eaxito, pois no c\u00e1lculo de regra da contra\u00e7\u00e3o,<br \/>\no volume do massalote excedeu o volume total da pe\u00e7a. Tendo o massalote, a quantidade<br \/>\nde metal l\u00edquido suficiente, para compensar a contra\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica.<br \/>\n\u2022 VOLUME DO MASSALOTE<br \/>\n\u2022 TEMPO DE SOLIDIFICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nPara ter certeza de que o massalote serve como reservat\u00f3rio de metal l\u00edquido<br \/>\nenquanto a pe\u00e7a solidifica, \u00e9 necess\u00e1rio calcular o tempo de solidifica\u00e7\u00e3o da parte<br \/>\na ser alimentada assim como do massalote. A continua\u00e7\u00e3o se apresenta os<br \/>\nc\u00e1lculos realizados para sabermos o tempo em que a pe\u00e7a e massalote se<br \/>\nsolidificam:<br \/>\nOnde: K \u2013 coeficiente de tempo de solidifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAqui \u00e9 importante determinar o tempo de solidifica\u00e7\u00e3o para o cilindro (pe\u00e7a de<br \/>\nmaior volume) e do massalote.<br \/>\n\u2022 SISTEMA DE CANAIS<br \/>\nSer\u00e3o avaliados os sistemas pressurizados e n\u00e3o pressurizados, portanto \u00e9<br \/>\nnecess\u00e1rio identificar as se\u00e7\u00f5es transversais do sistema de alimenta\u00e7\u00e3o. Na<br \/>\nFigura, podemos observar as \u00e1reas da base do canal de descida, do canal de<br \/>\ndistribui\u00e7\u00e3o e do ataque, para ambos os sistemas. A raz\u00e3o usada para o sistema<br \/>\npressurizado foi 1:0,75:0,5 e para o sistema n\u00e3o pressurizado foi de 1:3:3.<br \/>\nP\u00fablico14<br \/>\nFigura 6 &#8211; a) Sistema Pressurizado \u2013 raz\u00e3o 1:0.75:0.5 e (b) Sistema N\u00e3o<br \/>\nPressurizado \u2013 raz\u00e3o 1:3:3<br \/>\n\u2022 Sistema Pressurizado<br \/>\n\u2022 Sistema N\u00e3o \u2013 Pressurizado<br \/>\n\u2022 MASSA DO SISTEMA DE CANAIS E MASSALOTES<br \/>\nP\u00fablico15<br \/>\nO c\u00e1lculo de massas foi realizado com o valor da densidade do cobre fundido, sendo de<br \/>\n8,85 g\/cm\u00b3, por volumes respectivos.<br \/>\n\u2022 Massa dos alimentadores (topo e lateral)<br \/>\n\u2022 Massa dos sistemas de canais<br \/>\n(a) Sistema Pressurizado<br \/>\n(b) Sistema N\u00e3o-Pressurizado<br \/>\n\u2022 EFICI\u00caNCIA DO SISTEMA DE CANAIS E MASSALOTES<br \/>\nA partir destas massas, calculamos a efici\u00eancia de cada um desses<br \/>\nsistemas, a fim de determinar qual garante a melhor efici\u00eancia.<br \/>\nA partir da soma de todas as massas que comp\u00f5em o sistema de fundi\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a<br \/>\natracador &#8211; porca borboleta se obteve uma massa total. Em seguida calculamos a<br \/>\nefici\u00eancia para cada sistema e respectivos massalotes, onde a massa da pe\u00e7a foi<br \/>\ndividida a massa total.<br \/>\nFigura 7 &#8211; Efici\u00eancia dos sistemas de alimenta\u00e7\u00e3o para fundi\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a atracadorporca borboleta<br \/>\nPressurizado com massalote de topo<br \/>\nMtotal = Mpe\u00e7a + Mmassalote +<br \/>\nMsistemacanais<br \/>\n\ud835\udf02 = \ud835\udc40\ud835\udc5d\ud835\udc52\u00e7\ud835\udc4e\/\ud835\udc40\ud835\udc61\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc4e\ud835\udc59<br \/>\nPressurizado com massalote de lateral (cego)<br \/>\nMtotal = Mpe\u00e7a + Mmassalote +<br \/>\nMsistemacanais<br \/>\n\ud835\udf02 = \ud835\udc40\ud835\udc5d\ud835\udc52\u00e7\ud835\udc4e\/\ud835\udc40\ud835\udc61\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc4e\ud835\udc59<br \/>\nN\u00e3o- Pressurizado com massalote de topo<br \/>\nMtotal = Mpe\u00e7a + Mmassalote +<br \/>\nMsistemacanais<br \/>\n\ud835\udf02 = \ud835\udc40\ud835\udc5d\ud835\udc52\u00e7\ud835\udc4e\/\ud835\udc40\ud835\udc61\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc4e\ud835\udc59<br \/>\nPressurizado com massalote de lateral (cego)<br \/>\nMtotal = Mpe\u00e7a + Mmassalote +<br \/>\nMsistemacanais<br \/>\n\ud835\udf02 = \ud835\udc40\ud835\udc5d\ud835\udc52\u00e7\ud835\udc4e\/\ud835\udc40\ud835\udc61\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc4e\ud835\udc59<br \/>\nP\u00fablico16<br \/>\nChecklist:<br \/>\n1. Determinar os m\u00f3dulos para dimensionar o massalote;<br \/>\n2. Calcular a regra da contra\u00e7\u00e3o;<br \/>\n3. Identificar o tempo de solidifica\u00e7\u00e3o;<br \/>\n4. Dimensionar o sistema de canais;<br \/>\n5. Identificar as massas totais do sistema;<br \/>\n6. Encontrar as efici\u00eancias para otimiza\u00e7\u00e3o do projeto.<br \/>\nRESULTADOS (obrigat\u00f3rio \u2013 aparecer para todos)<br \/>\nResultados de Aprendizagem:<br \/>\nEspera-se que o aluno compreenda os conceitos por tr\u00e1s do dimensionamento<br \/>\npara aplica\u00e7\u00e3o da fundi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nESTUDANTE, VOC\u00ca DEVER\u00c1 ENTREGAR (n\u00e3o obrigat\u00f3rio \u2013 aparecer para todos)<br \/>\nDescri\u00e7\u00e3o orientativa sobre a entregada da comprova\u00e7\u00e3o da aula pr\u00e1tica:<br \/>\nOl\u00e1, estudante, como vai?<br \/>\nPara esta aula, voc\u00ea dever\u00e1 elaborar um relat\u00f3rio detalhado contendo o memorial de c\u00e1lculos para o<br \/>\ndimensionamento do sistema de canais e do massalote. O relat\u00f3rio deve incluir todas as etapas de c\u00e1lculo,<br \/>\ndesde a determina\u00e7\u00e3o dos m\u00f3dulos at\u00e9 o dimensionamento final dos canais e do massalote, conforme<br \/>\nespecificado no procedimento pr\u00e1tico da aula.<br \/>\nRequisitos do Relat\u00f3rio:<br \/>\n1. Introdu\u00e7\u00e3o, explicando o que s\u00e3o os massalotes e canais<br \/>\n2. Descri\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a que ser\u00e1 fundida e necessita do projeto de massalotes e canais.<br \/>\n3. Memorial de c\u00e1lculo do dimensionamento.<br \/>\n4. Discuss\u00e3o sobre a escolha do sistema de canais (pressurizado ou n\u00e3o-pressurizado) e a forma do<br \/>\nmassalote.<br \/>\n5. Conclus\u00e3o resumindo os resultados e aprendizados chave.<br \/>\nOBS: Recomendo o uso de uma planilha eletr\u00f4nica para auxiliar nos c\u00e1lculos.<br \/>\nREFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS (n\u00e3o obrigat\u00f3rio \u2013 aparecer para todos)<br \/>\nDescri\u00e7\u00e3o (em abnt) das refer\u00eancias utilizadas<br \/>\nAGOSTINHO, Oswaldo Luiz. Engenharia de fabrica\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. Rio de Janeiro: Elsevier,<br \/>\n2018.<br \/>\nBALDAM, Roquemar de Lima;VIEIRA Este\u0301fano Aparecido. Fundic\u0327a\u0303o: processos e tecnologias<br \/>\ncorrelatas. 2. ed. S\u00e3o Paulo: E\u0301rica, 2014.<br \/>\nDOS SANTOS, Givanildo Alves. Tecnologias mec\u00e2nicas: materiais, processos e manufatura<br \/>\navan\u00e7ada. S\u00e3o Paulo: \u00c9rica, 2021.<br \/>\nP\u00fablico17<br \/>\nGROOVER, Mikell P. Fundamentos da moderna manufatura: vers\u00e3o SI: volume 1. 5. ed. Rio<br \/>\nde Janeiro: LTC, 2017.<br \/>\nP\u00fablico18<br \/>\nROTEIRO DE AULA PR\u00c1TICA<br \/>\nNOME DA DISCIPLINA: FUNDI\u00c7\u00c3O E PROCESSOS SIDER\u00daRGICOS<br \/>\nUnidade: U4 _ PROCESSOS DE FUNDI\u00c7\u00c3O DE LIGAS MET\u00c1LICAS<br \/>\nAula: A1_ Fundi\u00e7\u00e3o em areia a verde<br \/>\nTempo previsto de execu\u00e7\u00e3o de aula pr\u00e1tica: 5h (CAMPO OBRIGAT\u00d3RIO \u2013 N\u00c3O<br \/>\nAPARECER EM NENHUM RAP)<br \/>\nOBJETIVOS (campo obrigat\u00f3rio \u2013 exibi\u00e7\u00e3o para todos)<br \/>\nDefini\u00e7\u00e3o dos objetivos da aula pr\u00e1tica:<br \/>\nA fundi\u00e7\u00e3o em areia verde \u00e9 um processo essencial na fabrica\u00e7\u00e3o de metais, destacando-se pela<br \/>\nsua versatilidade e custo-efici\u00eancia. Essa t\u00e9cnica utiliza uma mistura de areia, argila e \u00e1gua, que<br \/>\npode ser reutilizada, reduzindo o impacto ambiental. Permite a produ\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as complexas<br \/>\ncom alta precis\u00e3o dimensional, essencial para ind\u00fastrias como automotiva, aeroespacial e de<br \/>\nequipamentos pesados. A flexibilidade do processo de moldagem e a capacidade de r\u00e1pida<br \/>\nadapta\u00e7\u00e3o a diferentes formas tornam a fundi\u00e7\u00e3o em areia verde uma escolha preferencial para<br \/>\nprototipagem e produ\u00e7\u00e3o em pequena escala, garantindo uma implementa\u00e7\u00e3o eficaz no<br \/>\ndesenvolvimento de novos produtos.<br \/>\nOs objetivos desta aula pr\u00e1tica, s\u00e3o:<br \/>\n1. Compreender os princ\u00edpios b\u00e1sicos da fundi\u00e7\u00e3o em areia verde;<br \/>\n2. Desenvolver habilidades pr\u00e1ticas de moldagem;<br \/>\n3. Identificar as aplica\u00e7\u00f5es dos modelos e machos.<br \/>\nINFRAESTRUTURA (OBRIGAT\u00d3RIO SE HOUVER \u2013 EXIBI\u00c7\u00c3O DOCENTE\/TUTOR)<br \/>\nInstala\u00e7\u00f5es \u2013 Materiais de consumo \u2013 Equipamentos:<br \/>\nLABORAT\u00d3RIO DE INFORM\u00c1TICA<br \/>\nMateriais de consumo:<br \/>\nNSA.<br \/>\nLABORAT\u00d3RIO DE INFORM\u00c1TICA<br \/>\nEquipamentos:<br \/>\nComputador &#8211; 1 para cada 2 alunos<br \/>\nSimulador Algetec &#8211; 1 para cada computador<br \/>\nSOLU\u00c7\u00c3O DIGITAL (OBRIGAT\u00d3RIO SE HOUVER &#8211; APARECER PARA TODOS)<br \/>\nInfraestrutura m\u00ednima necess\u00e1ria para execu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nP\u00fablico19<br \/>\nVirtuaLab &#8211; dispon\u00edvel na Biblioteca Virtual no parceiro ALGETEC \u2013 Simulador PROJETO DE<br \/>\nFUNDI\u00c7\u00c3O.<br \/>\nO laborat\u00f3rio virtual \u00e9 uma plataforma para simula\u00e7\u00e3o de procedimentos em laborat\u00f3rio.<br \/>\nEle deve ser acessado por computador e n\u00e3o deve ser acessado por celular ou tablet. o<br \/>\nrequisito m\u00ednimo para o seu computador \u00e9 uma mem\u00f3ria ram de 4 gb. O primeiro acesso ser\u00e1<br \/>\num pouco mais lento, pois alguns plugins s\u00e3o buscados no navegador. A partir do segundo<br \/>\nacesso, a velocidade de abertura dos experimentos ser\u00e1 mais r\u00e1pida.<br \/>\n1. Caso utilize o Windows 10, d\u00ea prefer\u00eancia ao navegador Google Chrome; 2. Caso utilize o<br \/>\nWindows 7, d\u00ea prefer\u00eancia ao navegador Mozilla Firefox; 3. Feche outros programas que podem<br \/>\nsobrecarregar o computador; 4. Verifique se o navegador est\u00e1 atualizado; 5. Realize teste de<br \/>\nvelocidade da internet.<br \/>\nEQUIPAMENTO DE PROTE\u00c7\u00c3O INDIVIDUAL (EPI) (CAMPO OBRIGAT\u00d3RIO \u2013 APARECER<br \/>\nPARA TODOS)<br \/>\nNSA.<br \/>\nPROCEDIMENTOS PR\u00c1TICOS (OBRIGAT\u00d3RIO \u2013 TODOS)<br \/>\nProcedimento\/Atividade n\u00ba 1 (Virtual)<br \/>\nAtividade proposta:<br \/>\nDesenvolver a atividade do laborat\u00f3rio virtual Algetec: PROJETO DE FUNDI\u00c7\u00c3O.<br \/>\nProcedimentos para a realiza\u00e7\u00e3o da atividade:<br \/>\n\u2022 Acessar o laborat\u00f3rio virtual Algetec;<br \/>\n\u2022 Procurar o laborat\u00f3rio de Engenharia Mec\u00e2nica;<br \/>\n\u2022 Acessar a pr\u00e1tica virtual PROJETO DE FUNDI\u00c7\u00c3O que est\u00e1 dispon\u00edvel na Biblioteca<br \/>\nVirtual ALGETEC;<br \/>\nP\u00fablico20<br \/>\nLink do v\u00eddeo ilustrativo da aula:<br \/>\nPasso-a-passo do procedimento para a execu\u00e7\u00e3o da atividade\/procedimento pr\u00e1tico.<br \/>\nINTRODU\u00c7\u00c3O TE\u00d3RICA<br \/>\nPara Callister (2002), \u201ca fundi\u00e7\u00e3o e\u0301 um processo de fabrica\u00e7\u00e3o no qual um metal<br \/>\ntotalmente fundido \u00e9 derramado no interior da cavidade de um molde que possui a forma<br \/>\ndesejada; com a solidifica\u00e7\u00e3o, o metal assume a forma do molde, por\u00e9m experimenta algum<br \/>\nencolhimento\u201d.<br \/>\nNos processos de fundi\u00e7\u00e3o, \u00e9 fundamental conhecer qual metal ser\u00e1 vazado, pois para<br \/>\ncada material existem moldes distintos, bem como m\u00e9todos e processos espec\u00edficos.<br \/>\nDentro desse cen\u00e1rio, destacam-se:<br \/>\n\u2022 O molde em areia com diferentes elementos ligantes: para a fabrica\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as<br \/>\noriundas desse molde, \u00e9 necess\u00e1ria a confec\u00e7\u00e3o de um molde para cada, que \u00e9<br \/>\ndescartado ap\u00f3s o vazamento do material;<br \/>\n\u2022 O molde em areia sem elementos de liga: o seu m\u00e9todo de fabrica\u00e7\u00e3o \u00e9<br \/>\nsemelhante ao molde em areia com elementos ligantes, sendo necess\u00e1ria a<br \/>\ncompacta\u00e7\u00e3o da areia, que, por sua vez, utiliza um equipamento de press\u00e3o<br \/>\nmec\u00e2nica; ap\u00f3s o seu vazamento, \u00e9 indispens\u00e1vel fabricar um novo molde;<br \/>\n\u2022 O molde cer\u00e2mico: nesse processo s\u00e3o utilizados modelos permanentes,<br \/>\nformados por materiais cer\u00e2micos, contando em sua composi\u00e7\u00e3o com lama<br \/>\nP\u00fablico21<br \/>\ncer\u00e2mica e usando elementos ligantes espec\u00edficos com granulometrias<br \/>\ncontroladas.<br \/>\nNa fundi\u00e7\u00e3o por gravidade, como apresentado na Figura 1, o metal \u00e9 vazado<br \/>\nutilizando a pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o da gravidade. Nesse processo, o molde \u00e9 imperme\u00e1vel e,<br \/>\nconsiderando essa caracter\u00edstica, apresenta dificuldades da sa\u00edda do ar na hora do<br \/>\nvazamento. Por esse motivo, \u00e9 importante trabalhar com respiros no molde, assim como<br \/>\ncontrolar a velocidade do vazamento e em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua inclina\u00e7\u00e3o.<br \/>\nFigura 8 &#8211; Processo de fundi\u00e7\u00e3o por gravidade.<br \/>\nNa Figura 2 \u00e9 apresentado o fluxo das opera\u00e7\u00f5es fundamentais para a produ\u00e7\u00e3o<br \/>\nde uma pe\u00e7a pela maioria dos processos de fundi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nP\u00fablico22<br \/>\nFigura 9 &#8211; Fluxo do processo de fundi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNa etapa de moldagem, o molde apresenta a cavidade com as caracter\u00edsticas<br \/>\ngeom\u00e9tricas da pe\u00e7a a ser fabricada. Para moldes de areia, geralmente a produ\u00e7\u00e3o<br \/>\napresenta par\u00e2metros de produtividade de baixa escala. Com isso, s\u00e3o usados modelos<br \/>\nno formato da pe\u00e7a a ser produzida, que comumente \u00e9 de madeira, auxiliando a<br \/>\nconforma\u00e7\u00e3o da areia no molde. Quando h\u00e1 alguma parte oca na pe\u00e7a a ser produzida,<br \/>\n\u00e9 feito um macho, que \u00e9 uma pe\u00e7a de areia aglomerada. O nome dessa etapa \u00e9<br \/>\n\u201cmacharia\u201d. E\u0301 importante conhecer o fator de contra\u00e7\u00e3o dos materiais no processo de<br \/>\nfundi\u00e7\u00e3o, pois, quando estes se solidificam e resfriam, h\u00e1 um processo de contra\u00e7\u00e3o<br \/>\ndimensional volum\u00e9trica da pe\u00e7a, e entender essa contra\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para obter<br \/>\nas medidas corretas da pe\u00e7a a ser fabricada. Por exemplo, a contra\u00e7\u00e3o linear dos a\u00e7os<br \/>\nfundidos varia em torno de volume no estado s\u00f3lido de 2,18 a 2,47%. Em rela\u00e7\u00e3o aos<br \/>\nferros fundidos, sua contra\u00e7\u00e3o s\u00f3lida linear varia entre 1 a 1,5% do seu volume.<br \/>\nCabe salientar que a etapa de moldagem em areia verde \u00e9 o processo mais<br \/>\nutilizado dentro da fundi\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 sua baixa complexidade, mas tamb\u00e9m por ter uma<br \/>\nbaixa resist\u00eancia mec\u00e2nica, al\u00e9m de umidade em sua composi\u00e7\u00e3o. De acordo com<br \/>\nKiminami, Castro e Oliveira (2013), a compacta\u00e7\u00e3o da areia verde pode ser realizada<br \/>\nP\u00fablico23<br \/>\nmanualmente ou por aux\u00edlio de m\u00e1quinas para moldar, e a mistura \u00e9 composta<br \/>\nbasicamente de 100 partes de areia silicosa, 20 partes de argila (a mais usada \u00e9 a<br \/>\nbentonita) e 4 partes de \u00e1gua.<br \/>\nNa etapa de vazamento, o material fundido deve preencher todas as partes da<br \/>\ncavidade antes da sua solidifica\u00e7\u00e3o. Se essa parte do processo do material l\u00edquido n\u00e3o<br \/>\nfor bem controlada, a pe\u00e7a gerada poder\u00e1 apresentar imperfei\u00e7\u00f5es em sua forma. Esse<br \/>\ncontrole deve ser realizado ao ponto de fluidez do material. Cabe salientar que cada<br \/>\nmaterial tem um ponto de fluidez caracter\u00edstico, dependendo dos seus elementos de liga,<br \/>\nda sua temperatura de fus\u00e3o, da sua temperatura de solidifica\u00e7\u00e3o e, principalmente, da<br \/>\nsua temperatura de superaquecimento.<br \/>\nAp\u00f3s o resfriamento e a solidifica\u00e7\u00e3o, ocorre a desmoldagem, retirando a pe\u00e7a do<br \/>\nmolde e, porventura, do macho (se houver); essa atividade pode ser manual ou mec\u00e2nica.<br \/>\nPor fim, ocorre a rebarba\u00e7\u00e3o e a limpeza da pe\u00e7a, em que s\u00e3o retirados os canais de<br \/>\nalimenta\u00e7\u00e3o do material fundido, al\u00e9m de massalotes e rebarbas que se formaram no<br \/>\nprocesso de fundi\u00e7\u00e3o, bem como poss\u00edveis incrusta\u00e7\u00f5es do molde na pe\u00e7a fundida.<br \/>\nPASSOS PARA A REALIA\u00c7\u00c3O DA PR\u00c1TICA \u2013 PROJETO DE FUNDI\u00c7\u00c3O<br \/>\n\u2022 TRANSFERINDO AREIA PARA A CAIXA 1<br \/>\n\u2022 Despeje a \u00e1gua na bacia clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o<br \/>\nb\u00e9quer.<br \/>\n\u2022 Misture a areia clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre a concha e<br \/>\nselecionando<br \/>\n\u2022 a op\u00e7\u00e3o \u201cMisturar areia\u201d.<br \/>\n\u2022 Posicione o molde 1 na caixa clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre ele<br \/>\ne selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar na caixa\u201d.<br \/>\n\u2022 Aplique talco sobre o molde clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o<br \/>\nfrasco com talco e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar na caixa 1\u201d.<br \/>\n\u2022 Coloque uma camada de areia na caixa 1 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do<br \/>\nmouse sobre a concha e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar areia na caixa 1\u201d.<br \/>\n\u2022 Compacte a camada de areia clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o<br \/>\nbast\u00e3o de madeira e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cCompactar areia da caixa 1\u201d.<br \/>\n\u2022 Repita o procedimento para adicionar outra camada de areia na caixa 1 com a<br \/>\nconcha e compactar com o bast\u00e3o de madeira.<br \/>\n\u2022 TRANSFERINDO AREIA PARA A CAIXA 2<br \/>\n\u2022 Rotacione a caixa 1 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre ela.<br \/>\nP\u00fablico24<br \/>\n\u2022 Acople a caixa 2 sobre a caixa 1 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre<br \/>\na caixa 2 e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cAcoplar na caixa 1\u201d.<br \/>\n\u2022 Posicione o molde 2 na caixa 2 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre<br \/>\no molde e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar na caixa\u201d.<br \/>\n\u2022 Aplique talco sobre o molde clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o<br \/>\nfrasco com talco e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar na caixa 2\u201d.<br \/>\n\u2022 Posicione os canos de PVC na caixa clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse<br \/>\nsobre eles<br \/>\n\u2022 e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar tubos de PVC\u201d.<br \/>\n\u2022 Adicione uma camada de areia na caixa 2 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do<br \/>\nmouse sobre a concha e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar areia na caixa 2\u201d.<br \/>\n\u2022 Compacte a camada clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o bast\u00e3o<br \/>\nde madeira e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cCompactar areia da caixa 2\u201d.<br \/>\n\u2022 Repita o procedimento para adicionar outra camada de areia com a concha e<br \/>\ncompactar com o bast\u00e3o de madeira.<br \/>\n\u2022 Remova os canos de PVC clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre eles<br \/>\ne selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cRetirar tubos de PVC\u201d.<br \/>\n\u2022 Desacople a caixa 2 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre ela e<br \/>\nselecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar na bancada\u201d.<br \/>\n\u2022 Escave a passagem clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre a esp\u00e1tula.<br \/>\n\u2022 Retire os dois moldes da caixa clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre<br \/>\ncada um deles e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cTirar da caixa\u201d.<br \/>\n\u2022 TRANSFERINDO AREIA PARA O MOLDE MACHO<br \/>\n\u2022 Aplique talco sobre o molde macho clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse<br \/>\nsobre o frasco com talco e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar no molde\u201d<br \/>\n\u2022 Preencha o molde macho com areia clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse<br \/>\nsobre a<br \/>\nconcha e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cColocar areia no molde\u201d.<br \/>\n\u2022 Compacte a areia do molde clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o<br \/>\nbast\u00e3o de madeira e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cCompactar areia do molde\u201d.<br \/>\n\u2022 Repita o procedimento para adicionar outra camada de areia com a concha e<br \/>\ncompactar com o bast\u00e3o de madeira.<br \/>\nP\u00fablico25<br \/>\n\u2022 Retire o macho do molde clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre o<br \/>\nmolde.<br \/>\n\u2022 Acople novamente a caixa 2 clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre a<br \/>\ncaixa 2 e selecionando a op\u00e7\u00e3o \u201cAcoplar na caixa 1\u201d.<br \/>\n\u2022 Posicione os massalotes clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre eles.<br \/>\n\u2022 FUS\u00c3O (ENVASE) DO METAL L\u00cdQUIDO<br \/>\n\u2022 Visualize o forno clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse na c\u00e2mera com o nome<br \/>\n\u201cForno\u201d localizada dentro do painel de visualiza\u00e7\u00e3o no canto superior esquerdo da<br \/>\ntela. Se preferir, tambe\u0301m pode ser utilizado o atalho do teclado \u201cAlt+6\u201d.<br \/>\n\u2022 Abra o forno clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre ele.<br \/>\n\u2022 Verta o metal l\u00edquido no molde clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre a<br \/>\ntenaz.<br \/>\n\u2022 Perceba que surgir\u00e1 uma janela no canto superior direito da tela com o cron\u00f4metro.<br \/>\nAguarde at\u00e9 que essa janela desapare\u00e7a.<br \/>\n\u2022 Visualize a bancada clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse na c\u00e2mera com o<br \/>\nnome \u201cBancada\u201d ou atrave\u0301s do atalho do teclado \u201cAlt+1\u201d.<br \/>\n\u2022 Retire a pe\u00e7a do molde clicando com o bot\u00e3o esquerdo do mouse sobre a areia.<br \/>\nChecklist:<br \/>\n1. Misturar areia<br \/>\n2. Posicione o molde 1 na caixa 1<br \/>\n3. Aplique talco sobre o molde<br \/>\n4. Coloque uma camada de areia na caixa 1<br \/>\n5. Compacte a camada de areia<br \/>\n6. Repita o procedimento para adicionar outra camada de areia na caixa 1 com a concha e<br \/>\ncompactar com o bast\u00e3o de madeira.<br \/>\n7. Rotacione a caixa 1<br \/>\n8. Acople a caixa 2 sobre a caixa 1<br \/>\n9. Posicione o molde 2 na caixa 2<br \/>\n10. Aplique talco sobre o molde<br \/>\n11. Posicione os canos de PVC<br \/>\n12. Adicione uma camada de areia na caixa 2<br \/>\n13. Compacte a camada<br \/>\n14. Repita o procedimento para adicionar outra camada de areia com a concha e compactar<br \/>\ncom o bast\u00e3o de madeira.<br \/>\n15. Remova os canos de PVC<br \/>\nP\u00fablico26<br \/>\n16. Desacople a caixa 2<br \/>\n17. Escave a passagem<br \/>\n18. Retire os dois moldes da caixa<br \/>\n19. Aplique talco sobre o molde macho e preencha com areia<br \/>\n20. Compacte a areia do macho<br \/>\n21. Retire o macho do molde<br \/>\n22. Acople novamente a caixa 2<br \/>\n23. Posicione os massalotes<br \/>\n24. Pegue o metal l\u00edquido do forno e fa\u00e7a a fus\u00e3o no molde, aguarde o t\u00e9rmino do<br \/>\ncronometro<br \/>\n25. Retire a pe\u00e7a do molde<br \/>\nRESULTADOS (obrigat\u00f3rio \u2013 aparecer para todos)<br \/>\nResultados de Aprendizagem:<br \/>\nEspera-se que o aluno assimile os conceitos por tr\u00e1s da fundi\u00e7\u00e3o em areia verde,<br \/>\npor meio experimental.<br \/>\nESTUDANTE, VOC\u00ca DEVER\u00c1 ENTREGAR (n\u00e3o obrigat\u00f3rio \u2013 aparecer para todos)<br \/>\nDescri\u00e7\u00e3o orientativa sobre a entregada da comprova\u00e7\u00e3o da aula pr\u00e1tica:<br \/>\nPrezados alunos,<br \/>\nComo parte do nosso curso de Fundi\u00e7\u00e3o e Processos Sider\u00fargicos, realizaremos uma simula\u00e7\u00e3o<br \/>\npr\u00e1tica do processo de fundi\u00e7\u00e3o em areia verde utilizando o simulador Algetec. Esta atividade \u00e9<br \/>\ncrucial para entender as nuances t\u00e9cnicas e pr\u00e1ticas deste m\u00e9todo de fundi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAtividade Proposta:<br \/>\nVoc\u00ea deve elaborar um relat\u00f3rio detalhado da simula\u00e7\u00e3o realizada. O relat\u00f3rio dever\u00e1 seguir a<br \/>\nestrutura fornecida, incluindo uma an\u00e1lise detalhada de cada etapa do processo simulado,<br \/>\nacompanhada de capturas de tela, e uma resposta ao Question\u00e1rio de Autoavalia\u00e7\u00e3o.<br \/>\nInstru\u00e7\u00f5es Espec\u00edficas:<br \/>\n1. Siga a estrutura do relat\u00f3rio fornecida.<br \/>\n2. Inclua evid\u00eancias visuais (capturas de tela) das etapas chave da simula\u00e7\u00e3o.<br \/>\n3. Responda ao Question\u00e1rio de Autoavalia\u00e7\u00e3o de maneira reflexiva e cr\u00edtica.<br \/>\n4. Formate o relat\u00f3rio conforme as normas ABNT e submeta-o em formato PDF.<br \/>\nEstrutura do Relat\u00f3rio:<br \/>\n1. Introdu\u00e7\u00e3o:<br \/>\no Breve descri\u00e7\u00e3o do processo de fundi\u00e7\u00e3o em areia verde.<br \/>\nP\u00fablico27<br \/>\no Objetivos da simula\u00e7\u00e3o realizada.<br \/>\n2. Descri\u00e7\u00e3o Detalhada do Procedimento:<br \/>\no Detalhamento da Simula\u00e7\u00e3o (Qual \u00e9 a plataforma de simula\u00e7\u00e3o? Qual o processo<br \/>\nsimulado? Quais pe\u00e7as ser\u00e3o fundidas?)<br \/>\no Passo a passo das etapas seguidas na simula\u00e7\u00e3o, incluindo prepara\u00e7\u00e3o do<br \/>\nmolde, compacta\u00e7\u00e3o da areia, vazamento do metal, e quaisquer outras etapas<br \/>\nrelevantes.<br \/>\no Capturas de tela que ilustram cada etapa importante.<br \/>\n3. Question\u00e1rio de Autoavalia\u00e7\u00e3o:<br \/>\no Q1: Qual foi a parte mais desafiadora da simula\u00e7\u00e3o para voc\u00ea e por qu\u00ea?<br \/>\no Q2: Como voc\u00ea avalia a utilidade da simula\u00e7\u00e3o para o entendimento do processo<br \/>\nde fundi\u00e7\u00e3o em areia verde?<br \/>\no Q3: Houve alguma discrep\u00e2ncia entre a teoria aprendida e a pr\u00e1tica simulada?<br \/>\nSe sim, como isso afetou seu aprendizado?<br \/>\no Q4: Que habilidades voc\u00ea acredita ter desenvolvido com esta atividade?<br \/>\no Q5: Como voc\u00ea aplicaria os conhecimentos adquiridos nesta simula\u00e7\u00e3o em um<br \/>\ncontexto real de engenharia?<br \/>\n4. Conclus\u00e3o:<br \/>\no Resumo das principais aprendizagens e reflex\u00f5es pessoais sobre a experi\u00eancia<br \/>\nde simula\u00e7\u00e3o.<br \/>\nREFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS (n\u00e3o obrigat\u00f3rio \u2013 aparecer para todos)<br \/>\nDescri\u00e7\u00e3o (em abnt) das refer\u00eancias utilizadas<br \/>\nAGOSTINHO, Oswaldo Luiz. Engenharia de fabrica\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. Rio de Janeiro: Elsevier,<br \/>\n2018.<br \/>\nBALDAM, Roquemar de Lima;VIEIRA Este\u0301fano Aparecido. Fundic\u0327a\u0303o: processos e tecnologias<br \/>\ncorrelatas. 2. ed. S\u00e3o Paulo: E\u0301rica, 2014.<br \/>\nDOS SANTOS, Givanildo Alves. Tecnologias mec\u00e2nicas: materiais, processos e manufatura<br \/>\navan\u00e7ada. S\u00e3o Paulo: \u00c9rica, 2021.<br \/>\nGROOVER, Mikell P. Fundamentos da moderna manufatura: vers\u00e3o SI: volume 1. 5. ed. Rio<br \/>\nde Janeiro: LTC, 2017.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"product-short-description\">\n<div class=\"product-short-description\">\n<p><strong>Pague pelo PIX ou cart\u00e3o e fa\u00e7a o download agora mesmo.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"sticky-add-to-cart-wrapper\">\n<div class=\"sticky-add-to-cart\">\n<p class=\"quantity buttons_added form-flat\"><img decoding=\"async\" class=\"lazyloaded smush-image-5 smush-image-3 smush-image-4 smush-detected-img smush-image-bigger-3\" src=\"https:\/\/d26lpennugtm8s.cloudfront.net\/assets\/common\/img\/logos\/payment\/visa@2x.png\" width=\"46\" height=\"29\" data-src=\"https:\/\/d26lpennugtm8s.cloudfront.net\/assets\/common\/img\/logos\/payment\/visa@2x.png\" \/><img decoding=\"async\" class=\"lazyloaded smush-image-6 smush-image-4 smush-image-5 smush-detected-img smush-image-bigger-4\" src=\"https:\/\/d26lpennugtm8s.cloudfront.net\/assets\/common\/img\/logos\/payment\/boleto@2x.png\" width=\"43\" 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